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Bem vindo!

Imagine uma seita criada para perseguir os herdeiros dos maiores imperios do mundo. Imagine agora uma ilha magnífica, cheia de castelos e chateau's, criada para proteger e educar esses herdeiros. Aqui é o lugar. Principes, duques futuras rainhas ou estrelas de cinema: Estão todos aqui e no colegial. Tramas inacreditáveis estão por vir. Confusão, socos e beijos são mais que confirmados.Seja Bem vindo ao Royality South Island, mais que simples contos de fadas. Porque aqui a realidade é ainda mais interessante!

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 REGISTRO - Pride & Passion

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The Supreme
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MensagemAssunto: REGISTRO - Pride & Passion   Qui Set 10, 2009 12:22 pm

Para registrar seu personagem no jogo, favor preencher minunsciosamente esta ficha, não esquecendo de nem um campo.

[P L A Y E R]

Nome: ( Seu nome aqui)
E-mail: Seu email.
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) Preencha aqui com o seu contato. Msn, Ym! e afins...
Tem outro personagem no jogo? Se possuir, coloque o nome dos demais personagens e a qual Irmandade eles pertencem.

[P E R S O N A G E M]

Nome: (Nome do seu personagem.)
Idade:
Data de Nascimento:
Local de Origem: (O país onde seu personagem nasceu.)
Artista Utilizado:( O Photoplayer)

Características Físicas:( Aqui ficará as caracteristicas fisicas de seu char. Se ele é bonito, feio, tem o nariz grande, o corpo escultural.... Favor evitar o famoso "Vide Avatar".)

Características Psicológicas: (Como seu personagem é? Como ele age, do que ele gosta ou desgosta, teu temperamento... )

Biografia:
(Detalhes sobre a vida de seu personagem. A infancia, curiosidades sobre ele e sua hitoria de vida. Capriche! ;D)



---------------------------------



Código:

[color=cyan][P L A Y E R]
[/color]
[b]Nome:[/b]
[b]E-mail:[/b]
[b]Comunicadores (MSN, YM, AOL..)[/b]
[b]Tem outro personagem no jogo?[/b]

[color=cyan][P E R S O N A G E M][/color]

[b]Nome:[/b]
[b]Idade:[/b]
[b]Data de Nascimento:[/b]
[b]Local de Origem:[/b]
[b]Artista Utilizado:[/b]
[b]Características Físicas:[/b]
[b]Características Psicológicas:[/b]

[b]Biografia:[/b]
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Kathleen Connolly
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Mensagens : 107
Data de inscrição : 15/09/2009

MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Pride & Passion   Sab Set 19, 2009 12:48 am

[P L A Y E R]

Nome: Ayla
E-mail: ayla_mendonca@hotmail.com
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) ayla_mendonca@hotmail.com
Tem outro personagem no jogo? Nops

[P E R S O N A G E M]

Nome: Kathleen Mary Elizabeth Summers MacDonagh e Connolly - Kath =)
Idade: 16
Data de Nascimento: 1993
Local de Origem: Dublin, República da Irlanda
Artista Utilizado: Demi Lovato
Características Físicas: vide avy
Características Psicológicas:
Completamente e irrevogavelmente audaciosa e sarcástica. Tem uma língua enorme e não consegue conter os impulsos. Franca e insolente, diz o que pensa e quando pensa, sem ligar para cor, credo, raça ou título. É rebelde e anarquista. Odeia a responsabilidade de ser uma princesa e sente sua liberdade sufocada, cada vez que tem que obedecer regras. Age como deve agir, sem se importar com o que as pessoas pensam ou como elas vão reagirem as asua atitudes. Passa a se controlar quando percebe que esta tornando a vida da mãe mais ifernal do que já é com seus problemas na corte e reinado. Então, tenta se tornar o mais ponderado o possível, mesmo que as vezes não consiga se conter. É extremamente orgulhoa, porém compreensível, mas sempre guarda um resquício de mágoa que tenta não transpassar. Odeio mentiras, pois é bastante franca com suas opiniões... É claro que vez ou outra abre excessões, por exemplo, quando dizer a verdade pode inteferir diretamente em seus relacionamentos...


Biografia:


Nada vai mudar aquilo que eu sou.

Nenhuma coroa, nenhum título, nenhum castelo ou trono, vai mudar minha verdadeira essência, aquilo que eu sou e aquilo que eu sempre fui, longe das limitações que a idade e minha linhagem me impuseram.
Eu sou Kathleen e o sobrenome Connolly não é nada mais que isso, um sobrenome. Um sobrenome tão superior aos outros que me fez ter tudo que tenho hoje, mas que desprezo com um sutil toque de desfeita.
Eu não odeio meus sapatos, minhas roupas, minha cama gigantesca e tudo o mais que tem no meu quarto e que o conforto me permite ter. Eu odeio o fato de tudo isso me prender, me aprisionar, porque seria otimismo demais pensar que com o luxo vem a felicidade e acompanhada dela o força de se sentir livre.
Eu nunca fui livre. Tudo culpa de minhas roupas, minha cama gigantesca e sapatos. Tudo culpa do dinheiro, do trono, da linhagem.
Se eu não tivesse tudo isso talvez, só talvez, eu pudesse fazer pelo menos uma vez aquilo o que eu quisesse, sem ninguém julgar se isso é correto ou incorreto, se é coerente ou insanidade.
Isso me enlouquece. O padrão de certo e errado que a sociedade impôs nas pessoas me enlouquece. Eu queria poder dizer o que é certo e o que é errado, só eu posso saber, só eu quem posso dizer. Mas isso seria errado, segundo roga as normas de boa conduta da escória humana.
Segundo o livro de coerência dos lúcidos, fazer aquilo que julga certo é errado, então as pessoas acabam fazendo aquilo que é errado porque os outros julgam certo, mas isso forma um conflito interno que simplesmente destrói qualquer pensamento são e é aí que nascem os loucos.
Eu ainda estou na parte do conflito interno, mas não vai demorar muito para eu me tornar louca e então os primeiros a se afastarem serão meus “amigos” e logo depois nem meus súditos compadecerão de mim e até eu mesma me irei desprezar, mais ainda quando estiver aprisionada no castelo de pedra, que gentilmente chamam de asilo, mas que eu sei bem o que é...


- Meu Deus! O que é isso? – perguntou Naomi, interrompendo meu raciocínio sobre loucura e devassidão.
Ela, como de costume - e eu já me cansei de debater sobre isso – estava atrás de mim, as mãos apoiadas no encosto da cadeira e os olhos mais castanhos que já vi, atentos a tudo que eu escrevia. Não que ela pudesse, ela simplesmente não ligava para poder ou não poder. Faz sentido, ela trocou minhas fraldas desde que nasci até quando as parei de usar, seria normal que perdesse o respeito por mim.
- O que mamãe pediu! Meu discurso! Não era para falar sobre mim? Pois então...
- Acho que você já passou da fase do conflito interno.
- Não me interrompa Naomi, tenho que terminar isso até amanha. – disse, voltando a apertar a caneta contra o papel, enquanto Naomi se afastava e batia o pé sobre o piso
- Bem, então vai ter que começar de novo. Onde já se viu, criticar a própria sorte! – me repreendeu, e pelo canto dos olhos pude ver que ela gesticulava descompassadamente com as mãos.
- Não sei se é tanta sorte... – murmurei, então rasguei a folha do bloquinho e comecei de novo


É simplesmente isso que sou.

Uma princesa! E tamanha sorte que tive de nascer num reino como esse. Gigantesco e repleto de pessoas. Festivo, divertido.
Este é meu lar e eu não poderia viver em melhor e maior conforto do que aqui, no núcleo do castelo, bem ao lado de minha mãe: a rainha.
Meu reino é minha casa e minha casa é meu lar. Um lar que só é completo ao lado de mamãe: a rainha e Naomi: a babá. Tão boa e tão delicada quanto uma flor e que vem me criando a tanto tempo que perdi as contas. È como uma segunda mãe, muitas pessoas teriam inveja de mim, se soubessem a sorte que tenho de ter Naomi.
Também creio que invejariam o luxo que tal linhagem de minha árvore genealógica, com anos de sucessão, me proporcionou e eu serei a próxima a governar o reino, o dinheiro, a fortuna e...


- Você começou tão bem... – ela interrompeu, mais uma vez, com o semblante em contradição. Naomi acenou a cabeça negativamente enquanto soltava um suspiro.
Ah! Essa sua costumeira atitude que quer dizer: “Você me dá muito trabalho!”
Conheço ela desde que sou pequena – não que eu tenha crescido muito em centímetros – e sempre que eu aprontava algo como escalar as arvores do pomar com o vestido de gala, ela me olhava daquela mesma forma, fazia a mesma expressão e soltava o mesmo suspiro, logo depois me levava para dentro, me vestia e dizia que eu era uma mocinha e não deveria me comportar assim.
- O que tem de errado com o final, afinal? – eu perguntei, jogando a caneta sobre a mesinha e desligando o abajur. Estava emburrada e não pretendia terminar esse discurso hoje.
- Tudo! Pareceu uma lunática, prestes a matar a mãe para ficar com a fortuna. Fora o exagero quanto ao luxo e seu conforto. Acha que os súditos gostarão de ouvir isso? Será rechaçada no mínimo.
- Seria ótimo! – esbravejei, me erguendo de supetão e andando até a cama, para enfim me jogar sobre ela e soltar um suspiro tão longo e tão irritadiço quanto o de Naomi.
Ela também conhecia essa minha atitude e sabia que queria dizer: “Que se dane tudo! Vou me rebelar.”
- Se serve de consolo... – disse se aproximando e se sentando na beira da cama – Eu gostei da parte em que falou de mim.
Me limitei a não responder a isso, enquanto me virava de costas pra cama e jogava um travesseiro sobre a cabeça, lamentando com um simples gemido.
- Vamos mocinha! – disse dando um tapinha de leve na minha perna – Precisa se arrumar para o jantar, temos visitas.
- Quem é dessa vez? O Conde de Chateal ou a Rainha de Copas? – perguntei ironicamente, jogando o travesseiro de lado e me sentando na cama. Naomi se virou, já para fora do quarto e respondeu antes de fechar a porta.
- Se é a rainha de copas não sei, mas ela é gorda e veste vermelho.
Eu ri e me levantei. Fiquei pensando o que colocar, enquanto olhava a lixeira que transbordava papeis amassados.

-x-


Sei que não é o melhor momento para pesar minha vida. Não enquanto mamãe sorri forçadamente para a mulher que Naomi, sentada ao meu lado a mesa – por já ser de casa –, e eu carinhosamente apelidamos de rainha de copas. Não vou negar, seu cabelo loiro e enrolado, mais o seu vestido bufante e vermelho, a fazia parecer a personagem grotesca do livro de Alice e o homem baixinho de orelhas pontudas ao seu lado, parece muito o coelho branco.
Mas este não é o momento certo para pensar sobre mim e nem para reparar no Conde e na Condessa de Leinster. Até porque, esse parecia ser um jantar especial. Eu sabia quando era especial e quando só era cortês. Hoje era mesmo especial.
A mesa estava posta de forma simbólica, mamãe na cadeira principal e os convidados ao seu lado. O pano cor de creme que cobria as cadeiras, era o mesmo que cobria o tampo da mesa e também na mesma cor dos guardanapos. Orla – tenho certeza que Dona Katherine pediu socorro para nossa organizadora chefe – tinha até usado o aparelho de jantar de prata, aqueles que só usam, vejam só, em visitas especiais.
Não entendia porque, mas acho que a “rainha de copas” não era o motivo para tanta refinaria, ela parecia mais ter saído de uma caixa de bonecas extra-grande, feita por encomenda.
Já o “coelho branco”, o Conde de Leinster, este não, parecia refinado por natureza. Tudo na sua postura indicava que ele tinha uma linhagem muito extensa e extremamente rigorosa quanto aos costumes e bons comportamentos. Era aquele tipo de pessoa chata, porque ser chato é ser chique!
- Como eu dizia... – prosseguiu a condessa – Foi um fortunoso convite o que nos fizera para jantar. – “um fortunoso convite...”. Eu não diria que era fortunoso e sim um infortúnio, mas não creio que a condessa soubesse o que isso significa. Mais parecia que ela tinha decorado o dicionário do que aprendido estas palavras, além do seu sotaque forçado de Dublin. Eu colocaria minha mão no fogo que ela era da Irlanda do Norte. Mas o conde não parecia se importar com isso, muito menos minha mãe, que deveria estar com dores no maxilar de tanto sorrir.
Eu não sorria, o que fez com que Naomi me desse uma boas cotoveladas, mas não que me fizesse sorrir.
- Oh! Vejo que tem uma linda filha. – disse, debruçando-se sobre a mesa para me apertar as bochechas com seus dedos que mais pareciam cinco batatinhas.
Quantos anos ela acha que tenho afinal? Quatro? – È uma garota... Como se diz? Magnânima...
- Acho que você queria dizer magnífica. – a corrigi com um sorriso cínico que ela retribuiu da mesma forma
- Não, não querida. Eu sei o que estou dizendo.
- Então sabe que magnânimo quer dizer generoso, não é?
- Kath... – mamãe me chamou, do outro lada da mesa, na cadeira principal – Acho que a Condessa sabe o que está dizendo.
- Mas mamãe, mag... – então fui interrompida por mais um golpe de Naomi e esse pegou bem na costela – Ai! – gemi baixinho, para que só ela ouvisse.
Eu me calei. Mais por insistência do que por ponderação. Eu não achava que estava certo admitir que a Condessa errasse só porque era cortês permitir que pessoas importantes errassem. Não era cortês, era cinismo e cinismo não é qualidade para uma pertencente a família real. Se queria que eu agisse como uma princesa, a primeira atitude que eu deveria tomar era a de ser sincera, afinal, “sinceridade está acima de qualquer lei”. Não sei onde li isso, mas tenho certeza que foi de um dos livros de minha mãe, aqueles bem chatos que dizem o que você deve ou não fazer.

- Bem... Acho que vou a tolet – disse, mais uma vez, a errada condessa, limpando sua boca com o guardanapos e se levantando
- Acho que você... – mais uma cotovelada – Queria... – outro golpe – Toile...
- Já chega! – desta vez foi mamãe e pelo seu tom de voz alterado, ela não estava para brincadeiras – Suba, Kathleen. – não, Kathleen não! – Agora!
“DROGA!” – pensei, me levantando com um sorriso falso carimbado no rosto e um pedido murmurado de desculpas.
Eu estava ferrada e isso era visível pelos olhos faiscantes de minha mãe. Aqueles mesmo olhos e aquele mesmo tom: “Kathleen”, de quando ela me pegava aprontando alguma, seja roubando salgadinhos do prato dos convidados, ou criticando algum Duque, ou seja lá quem for com títulos e fortunas inestimáveis.

Eu sempre fui muito franca, extremamente rebelde e sarcástica. O que causava a minha mãe uma boa dor de cabeça e a mim algumas semanas – ou meses – de castigo. Nada que me fizesse mudar de postura. Não sei para que lado da família eu puxei, mas não pretendia deixar de ser sincera e nem sorrir quando não tivesse vontade. Claro que, aparentemente, eu sou a descendente perfeita da família real da República da Irlanda, mas não dou muita importância para aparências e não deixo de ser Kathleen Connolly, a velha e extrovertida Kath, quando tem alguém de nome e sobrenome importante. Se alguém tem de gostar de mim, tem de gostar pelo que sou.
Motivo pelo qual nunca namorei ninguém da corte. Nenhum duque, conde, arquiduque ou até mesmo príncipe, porque nenhum que eu tenha conhecido era sincero o bastante, ou natural o bastante. Todos, assim como a “rainha de copas”, pareciam ter saído de uma fabrica de bonecos perfeitamente feitos e testados para agirem e reagirem conforme roga as normas de bom comportamento diante de um título real. Besteira!
As pessoas deveriam agir como elas acham que deveriam agir e não como manda qualquer estereotipo impregnado por uma parcela da população que sequer agem da forma que impõem.
Mas, como minha mãe faz parte da outra parcela da população, que age e impõe que ajam da mesma forma que ela, eu sou obrigada a ser aquilo que não sou e sou obrigada, muitas vezes, a ser menos franca do que desejaria ser.
Isso tudo destrói a vida de uma pessoa, principalmente uma garota no auge da sua adolescência, que quer descobrir o mundo por conta própria e não aquilo que seus professores particulares ensinam, mas aquilo que a vida ensina. E eu não poderia descobrir isso de outra forma se não fosse fugindo dali.
Mas fugir do castelo era o mesmo que fugir da minha mãe e, embora eu nunca o tenha considerado, fugir do meu lar. Porém, uma pequena escapadinha não faz mal a ninguém.
E foi assim que eu acabei fazendo o que fiz.

Mamãe não entende até hoje e se entende, procura disfarçar, para não dar o braço a torcer que ela faria – ou fez – a mesma coisa.
Ninguém entende. Nem Naomi, nem os seguranças do castelo, nem as pessoas do reino. Para eles não passou de uma rebeldia adolescente, mas para mim foi uma experiência impagável, que fortuna nenhuma e título nenhum compraria.

Eu estava em Londres, e isso não faz mais de dois meses. Mamãe foi convidada para tomar um chá com o Duque de York e me levou junto para que a filha dele me conhecesse.
Não estava empolgada, mesmo que Londres fosse aquilo que eu mais ansiava rever, depois de tanto tempo sem retornar a Inglaterra, algo sufocava minha euforia.
Eu não tinha mais quatro anos de idade e eu sabia que uma viagem a Londres, entre mim e minha mãe, era mais que isso. Era uma viagem comigo, mamãe e, simplesmente, toda a força tarefa militar da Irlanda, e era isso que me sufocava.
Estar rodeada por armários, grandes e grossos, com armas no bolso e prontos para atacar qualquer minúsculo movimento em nossa direção, significava que eu não daria um passo para fora do castelo do Duque. Era a mesma coisa de não ir a Londres.
Eu estaria em um castelo, rodeada por pessoas esnobes da alta corte, sendo obrigada a usar vestidos bufantes e falar sempre baixo e cautelosamente. Ou seja, a única coisa que diferenciava o castelo da Irlanda e o castelo de Londres era o idioma.
Ir a Londres e não visitar o Big Ben era a mesma coisa de não ir.
Mas eu já estava acostumada. Muitas vezes fui a Paris, mas nunca vi de perto a Torre Eiffel. Já viajei para Itália, mas a única coisa que comi lá foram ostras e lesmas. Nem mesmo passei perto do Cristo, no Brasil ou da Estátua da Liberdade nos Estados Unidos. E eu já visitei esses países tantas vezes que já havia decorado a rota aérea que o avião percorria.
Porém, nunca foi a mesma coisa. Não é a mesma coisa viajar e ficar trancada em uma sala repleta de pessoas estranhas falando diversas línguas – muitas das quais eu havia aprendido, mas não fazia diferente, era tanta gente falando que um não entendia o outro (o que nos leva a observar o porquê de a Torre de Babel não ter tido sucesso). Isso pra mim não é viajar. Passear e conhecer o mundo: isso é viajar. Visitar os pontos turísticos e os lugares mais badalados: isso é viajar. Agora, descer do avião direto para um castelo e depois sair do castelo direto pro avião, é simplesmente deslocar-se de lugar. Nem mesmo os aeroportos eu havia visto. Nem isso!
Então é essa a minha explicação. O motivo pelo qual, naquela sexta feira de Agosto, eu consegui driblar a filha do Duque – tão esnobe quanto ele -, os segurança de mamãe, os seguranças do Duque, o Duque e minha mãe e, finalmente, sair porta a fora do castelo. Rumo a liberdade!!!
Estaquedurouaproximadamenteduashoras – até eu sei resgatada por dois helicópteros, dezenas de carros e um tanque de guerra da força armada britânica.
Bom, ao menos eu consegui visitar o Big Ben...

“E ainda tirei uma foto!” – pensei vitoriosa, enquanto segurava o porta retratos, justamente o que eu colocava ao lado da foto de minha mãe me segurança nos braços.
A foto eu tirei logo depois de ser pega, por isso, além do Big Ben, é claro, ainda tinha o tanque de guerra e alguns carros em volta, além de milhares de homens com roupas camufladas.

Eu me joguei na cama, ainda com o porta-retratos na minha mão. Pensei no quanto aquele dia foi especial e no quanto ele me custou caro, um preço que eu não pagaria de novo.
Foi a primeira vez que vi minha mãe chorando. Realmente chorando. Como se tivesse perdido inteiramente o controle da situação e não fosse mais a rainha, descendente do trono, mas sim Katherine Connolly, uma mãe desesperada.
O pior de tudo foi o fato de eu não ter sido castigada. Ela simplesmente me mandou de volta para a Irlanda e quando retornou, não tocou mais no assunto. Era como se nada tivesse acontecido e isto me corroia por dentro.
É claro que ser resgatada por um tanque de guerra deveria ser um castigo suficiente, mas ver minha mãe desesperada, como eu nunca vi, era um castigo pior ainda e foi a partir daí que passei a receber ordens sem me opor, ou desobedecer – exceto em ocasiões como a da “rainha de copas”, mas eu simplesmente não posso conter minha língua.

Eu sei das minhas responsabilidade e insisto em desobedecê-las. Às vezes penso que não tenho tanto da minha mãe quanto eu desejaria ter. Às vezes acho que puxei ao meu pai, mesmo não o tendo conhecido. E refletir sobre isso me sufoca muito mais do que as leis do reino, é algo que simplesmente dói de pensar. Imaginar que eu sou como ele. Um homem rebelde, irresponsável, audacioso, insolente. Não... Somos completamente opostos.
Talvez eu tenha puxado para meus avós, algum deles já deve ter fugido alguma vez do reino, nem que fosse só para ir pescar no lago que nem no meio do bosque.
Não posso ter herdado alguma coisa do meu pai, eu jamais abandonaria a família como ele abandonou, jamais deixaria minha mãe só, com toda a responsabilidade nas mãos e além de tudo, com o dever de criar uma filha. Uma rainha, jovem e com uma filha? Se ao menos tivessem se casado a situação seria outra.
Penso que ele deveria ser muito idiota. Primeiro por não se casar com uma princesa – mesmo que ele fosse rico, o que ele tem na cabeça? -, mas principalmente por deixar a mulher que ele, com certeza, dizia amar, sozinha e com uma bomba na mão prestes a explodir.
Eu não sei a história ao certo, mamãe sempre evitou tocar no assunto e Naomi nunca me contaria a história, primeiro por amizade a minha mãe e segundo porque ela não é mexeriqueira. Mas o pouco que sei é que, no começo ele apoio a gravidez, talvez pó interesse, mas quando viu o circo de fechando fugiu, como se eu não existisse, como se o que sentisse pela minha mãe nunca existisse.
Eu nunca dei muita importância a isso, para dizer a verdade, a figura de um pai não fez muita falta, eu tinha minha mãe e tinha Naomi, as duas peças principais do meu quebra cabeças, então tudo simplesmente se encaixava. Só que algo não estava certo. O olhar opaco de minha mãe e a forma como seus sorrisos eram sempre curtos me diziam que ela sim dava muita importância a falta dele. O que às vezes me fazia sentir culpada.
Não que eu me culpasse por ter nascido, nunca – além do mais, inventaram preservativos para que este tipo de coisa (lê-se: eu) não acontecesse -, mas eu me sentia culpada por não compensar a falta que meu pai fazia a ela e sempre dar um jeito de tornar seus problemas grandes, algo de proporção gigantesca.

O episódio com a Condessa só me fez repensar mais minhas atitudes. Que talvez, mesmo que eu não me sentisse a vontade sendo uma princesa, eu deveria agir como uma princesa, o que congruentemente queria dizer que eu deveria fazer aquilo que me dizem para fazer e não o que eu acho que deveria fazer.
Mesmo que eu não aconselhe ninguém a agir como mandam e sim como querem, penso que comigo é diferente, é algo como fazer e fazer, não há segundas alternativas. Segundas opções é só para pessoas normais, que levam vidas normais, que fazem coisas normais. Isso, infelizmente, não é meu caso.

Mas não quer dizer, exatamente, que eu vá namorar garotos com títulos reais.

...

- ... E no fundo, mesmo que exteriormente eu seja Kathleen Mary Elizabeth Summers MacDonagh e Connolly, nada vai mudar aquilo que eu sou, simplesmente Kath.
E eu queria dar um “olá” para o meu segurança particular, Cristopher... – falei acenando com a mão para um rapaz no alto dos seus 1,90, com o braço enfaixado e um sorriso infantil no rosto – Olá Cris! E espero que me desculpe realmente por aquele incidente na última semana. – um incidente com o deck da piscina que eu preferia não comentar no momento. Não, bem em frente a um zilhão de pessoas que estavam ali só para ouvir o discurso de redenção da filha rebelde da sua Alteza Rainha da República da Irlanda.

Eu distribuiu mais alguns sorrisos, muitos dos quais eram falsos, outros porém eu fui bem sincera, sobretudo quando me virei e me despedi do zilhão de pessoas que estavam ali só para me ouvir. Apesar de sensação de sufoco que ter um título da nobreza – e consigo, suas responsabilidade – me causam, não posso negar que o mais importante disso tudo é saber que existem pessoas que estão ali só por mim ou por minha mãe. Mesmo que mais da metade sejam influenciáveis e não mediriam seus esforços para nos destruir caso cometêssemos algum deslize. Eu estava ali pela minoria, aquele pouco número de pessoas que foram e permaneceram até o fim porque realmente queriam estar e não porque era direito ficar.

Depois do discurso, dos sorrisos, dos agradecimentos, dos comprimentos, de mais sorrisos, mais agradecimentos e comprimentos, inúmeros pedidos de desculpa, mais sorrisos e menos franqueza, eu finalmente pude subir para meu quarto, tirar aquele sapato extremamente apertado e me jogar na cama, com meu vestido bufante que não me permitia sequer sentar.
Eu estava exausta. Fiquei a noite anterior inteira pensando e repensando minha vida, escrevendo e apagando meu discurso, consertando, reformando, me policiando. Depois acordei cedo, como um zumbi e fui direto para a parte mais elevada do castelo, bem onde ficava de frente pra entrada, onde muitas pessoas gritando, aplaudindo, jogando coisas, me esperavam e esperavam não só isso, mas uma explicação, algo que resumisse toda a minha vida e tudo o que fiz e porque fiz.
Ainda tive de enfrentar um banquete, repleto de pessoas esnobes, chatas por considerar glamuroso, enfadonhas, embonecadas, robóticas e, principalmente, falsas. Eu poderia tirar três ou quatro que realmente me agradaram e que não apertaram minha mão só para se mostrarem para minha mãe. Mas o pior de tudo foi fingir que eu me sentia bem na companhia deles.
De qualquer forma, a recompensa não poderia ser melhor, ver o sorriso de orgulho da minha mãe compensava qualquer repreensão interior, todas as mordidas na língua e toda a falsidade.

Eu esperei por alguns minutos para que ela terminasse de se despedir e viesse falar comigo, mas estava tão exausta que dormi ali mesmo, com o vestido enorme me tapando o rosto, os braços esticados sobre a cama e metade do corpo para fora do colchão, só fui acordar não sei quanto tempo depois com mamãe cochichando meu nome e Naomi, ao seu lado, com um sorriso simpático e costumeiro.
- Kath... – mamãe chamou de novo – Tudo bem, filha?
- Oi... – falei com um bocejo
- Você está exausta. – Naomi comentou e eu sorri
- Jura?
- Me orgulhou muito hoje, filha.
- Não teria sido melhor se tivesse copiado de Abraham Lincoln.
- Não exagera, Naomi, ainda acho que falar sobre conflitos internos teria sido melhor. – murmurei me sentando e esfregando os olhos. Eu deveria estar com uma aparência grotesta.
- Querida... – começou mamãe, se levantando e andando pelo quarto, como quando vai me dizer algo muito importante, mas tenta ser cautelosa. – Eu estava pensando nisso a um bom tempo... – prosseguiu, então seus olhos cruzaram o de Naomi e foi aí que eu percebi que a coisa era séria – Estava pensando a um bom tempo, mas hoje, com a ajuda de Naomi, tomei uma decisão. Talvez uma que vá mudar completamente nossas vidas, principalmente a sua, mas ela precisa ser tomada.
- Diga logo mamãe. Nada vai me abalar tanto quanto ouvir o Arquiduque de Ulster falar a noite toda sobre urticária e furúnculos, isto enquanto estão servindo lesma e mariscos. – fala sério? Nunca apresentaram McDonalds para essas pessoas?
- Kath.. – Naomi disse, diante do silêncio de minha mãe – Sua mãe e eu decidimos que você já é mocinha o suficiente para sair de vez deste castelo. – Meu Deus! Será que elas me deixariam morar em Boston? Washington? Eu poderia trabalhar de DJ!
- Por isso, você não terá mais professores particulares – mamãe cortou, então prosseguiu – Está na hora de você ir para uma escola de verdade, onde vá aprender coisas de verdade. – um-uma que?
Tá, não era Boston, nem Connecticut, mas era algo. Um começo. Uma escola era tudo o que eu mais precisava. Uma escola com pessoas normais, assim como deveria ser, com professores chatos e nada de puxa-saquismo, pessoas populares por natureza e não títulos, garotos lindos e não porque tem capas e acessórios de enfeite. Uma vida de...
- Princesas... – continuou mamãe, a única coisa que eu tinha ouvido depois de “escola de verdade”
- Não bem uma escola de princesas, mas para pessoas como você. – prosseguiu Naomi, então me passou um folhetim com o desenho de um castelo e um nome escrito em letras garrafais e elegantes: Royality South Island.
Legal! Eu ia sair de um castelo, para ir para outro castelo onde havia pessoas como eu. Bem diferente daqui, com certeza.
- Mas para isso precisamos de um esquema. – mamãe falou, andando a passos largos pelo quarto e com a mão sobre o queixo – Primeiro diga: o que achou querida? – perguntou, parando de frente para mim, com algo diferente nos olhos. Algo que eu nunca vi e pela primeira vez havia me surpreendido. Um brilho! Um brilho, seus olhos faiscavam mais do que quando me ouviu falar o discurso e aquilo era o bastante para me fazer despencar sentada sobre a cama.
- Incrível... – falei com um suspiro longo.
“Incrível!” – eu pensei e no instante seguinte me perguntei se isso era irônico ou se eu realmente havia achado incrível.
Não sei se era realmente incrível, mas era alguma coisa. Pelo menos conhecer pessoas, mesmo que sejam como eu, com a mesma idade. Fazer parte de um grupo, que não seja o de xadrez, com os velhinhos. Debater, conversar, discutir, colar em provas, ouvir reclamação dos professores, fazer bagunça, se desculpar, repetir tudo de novo e ir para a diretoria.
É claro que tudo isso dentro de um mundo entre princesas, príncipes, condes, condessas, arquiduques e etc... Dentro do meu mundo, mas com uma pitada do mundo lá fora.
Não era o que eu desejava, mas com certeza era o suficientemente incrível para me deixar irradiante. Além do brilho nos olhos da minha mãe. Aquilo já encerrava tudo.
Mas...
- Que esquema? – perguntei, erguendo a cabeça, depois de um longo tempo fitando o nada, até me lembrar do que ela dissera.

Algo estava me dizendo que não seria tão simples quanto achei e não sei se era o olhar de pedido de socorro que mamãe lançou para Naomi ou o tom cauteloso que ela retornou o assunto, que me fez perceber isso.
Contudo, eu fui descobrindo, mais uma vez, que até mesmo para estudar em uma escola politicamente planejada para aceitar pessoas na minha condição eu teria uma grande dificuldade. Mas algo, bem no fundo, me dizia que isso não era tão mal quanto parecia.
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Pride & Passion   Sab Set 19, 2009 1:58 am

Aceita amor =)
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Violet A. Windsor
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Pride & Passion   Dom Set 27, 2009 11:40 am

Player ;






Character ;



    Nome: Sua Alteza Real Violet Aileen Rebecca Windsor-Hannover, Princesa de Gales e Duquesa da Cornualha. Ou, simplesmente, Violy Windsor.
    Idade: 16
    Data de Nascimento: 31/10/1993
    Local de Origem: Londres, Inglaterra
    Artista Utilizado: Emma Watson (nooooovidade .-.)
    Características Físicas: vide avatar HAHA cabelos morenos, descendo em leves cachos muito bem tratados até um palmo abaixo dos ombros. A princesa tem olhos castanhos. Pele pálida e lisa, sem falhas, macia como seda. Nariz pequeno e proporcional. Com 1,68 de altura, não é exatamente baixa, mas acha que poderia ser um pouquinho mais alta.
    Características Psicológicas: orgulhosa, cabeça-dura e quase bipolar. As características principais da segunda na linha de sucessão ao trono inglês podem não ser as melhores, mas é a verdade. Odeia o título, mas adora a vida cheia de luxo que ele lhe proporciona. É considerada a ovelha-negra dos Windsor, o que faz com que sua relação com a irmã mais velha (e futura Rainha da Inglaterra), Summer, seja um tanto conturbada. Apesar disso, Violet não é uma má pessoa, mas seu humor muda com freqüência, além da morena ser muito teimosa. Pode ser gentil, educada, simpática e amigável quando quer, podendo, também, ser o completo oposto se seu humor estiver horrível. Tem sempre uma resposta na ponta da língua, e não hesita antes de confrontar alguém, qualquer que seja a pessoa. Extremamente inteligente, mas igualmente preguiçosa. Não gosta de estudar, principalmente matemática. Gosta de escrever e ler, além de ouvir música. É fluente em francês e alemão, além de estar aprendendo italiano. Adora cinema, principalmente os clássicos. Os filmes das princesas da Disney nunca saem da prateleira de DVDs da garota. Tem uma border collie dourada, chamada Cavalier, o mesmo nome da cadela de Will Wagner em Avalon High. Gosta de ser tratada como uma garota normal; as formalidades que vêm no pacote junto com seu título a irritam completamente. É muito vaidosa e feminina, mas não usa maquiagem excessiva e não gosta de usar jóias, usando, no máximo, um par de brincos. Vive sempre com um arco nos cabelos, e tem gavetas especiais para isso. Coleciona All Stars, com todos os tipos de estampas e modelos, assim como óculos de sol. É extremamente sincera, o que pode passar a impressão de que a morena é arrogante, mas passa longe disso. É impulsiva, tomando decisões sem pensar muito antes. Guiada pelo coração, muito raramente pela razão. Excelente mentirosa, fala usando as mãos e sempre olhando nos olhos das pessoas. Sabe a hora certa de sorrir, acenar e concordar com a cabeça. Exímia manipuladora, consegue que as pessoas façam a sua vontade na maioria das vezes. Apesar de atrapalhada e desastrada, tem uma auto-confiança que faz inveja em muita gente. É uma consumista convicta, sendo seu esporte preferido ir às compras com sua mãe. Seu closet tem mais peças de roupas que ela possa contar. O único esporte que a morena pratica é a patinação artística, mas por puro lazer, uma vez que não se acha boa o suficiente para competir em nível nacional ou mundial. Tem dificuldade a se apegar as pessoas, mas os amigos que faz são para a vida toda, já que a morena é extremamente leal e confiável. Tem um apetite insaciável, e dá preferência a tudo que não é saudável: fast-food, refrigerantes, doces e chocolates. Boa coisa ela não engordar um grama se empanturrando de besteiras.



History ;


    - Violet Aileen Rebecca Windsor-Hannover! – Oops. Nome todo nunca é uma coisa boa.

    Eu baixo os olhos do meu Sidekick e encaro minha querida mãe, ou para toda a Inglaterra, Sua Majestade Real, Alice Teresa Elizabeth Bourbon Windsor-Hannover. Seus bonitos olhos azuis (os quais eu, infelizmente, não puxei) estão estreitados na conhecida expressão de raiva que ela sempre, sem exceção, dirige a mim, nunca a Summer.

    Claro, porque Summer é a filha perfeita, como mamãe faz questão de frisar. “Porque Summer não foi apanhada pela imprensa beijando um garoto atrás da escadaria do colégio”, “Porque Summer nunca, NUNCA, tiraria uma nota tão baixa em matemática”, “Por que você não é como sua irmã, Violet?”, “Por que você teve que pôr fogo na cozinha, Violet?”, “Por que você dá motivo para a imprensa publicar histórias sensacionalistas sobre você, Violet?” “Violet! Eu nunca tive que avisar sua irmã sobre isso!”

    Ela sinceramente me dá nos nervos. Oh, tudo bem, eu a amo, mas essa de ficar me comparando com a toda-perfeita-e-provavelmente-melhor-rainha-que-a-Inglaterra-terá Summer não vai deixá-la mais feliz, com certeza. Porque, durante toda a minha vida, eu me esforcei para não ser comparada a Summer. Estar sempre à sombra da irmã mais velha é horrível. Ah, é. Ali está ela, atrás de mamãe, com um sorriso prepotente no rosto que eu tenho vontade de apagar com um soco.

    Ao invés disso, respiro fundo. Esse não é o comportamento de uma princesa. E, mesmo não gostando do fato de fazer parte da Família Real Britânica, é isso que eu sou. A Princesa Real, ou Princesa de Gales. Na verdade, só serei Princesa Real quando Summer virar rainha. Enquanto isso não acontece (mas vai acontecer um dia, porque Summer é tão certinha que renunciar ao trono nem é uma possibilidade – graças a Deus), nós duas somos as Princesas de Gales; eu sendo a Duquesa da Cornualha e ela a Duquesa de York. Eu adoro ser a Duquesa da Cornualha. Me sinto Igraine, a mãe do Rei Arthur, somente esperando meu Uther Pendragon. Mas sem a parte de ele ter de assumir a forma do meu marido, dormir comigo, depois me deixar viúva e me desposar. Porque isso é tão irreal que é quase impossível de se acontecer.

    - Sim, mamãe? – me ouço perguntar, na minha voz mais calma. Sinceramente, não sei porque mamãe está tão enlouquecida. O que eu fiz dessa vez? Esqueci de levar Cav para passear ou algo assim, e ela sujou a ala residencial toda?

    Porque isso parece totalmente com o tipo de coisa que Cavalier faria. Mas a cara de mamãe está num nível de ira muito maior do que estaria se minha cadela fizesse isso, e por isso eu franzo minhas sobrancelhas. Olhe, não vou falar que mamãe é a pessoa mais calma do mundo, porque ela não é, mas a veia do pescoço dela que lateja quando ela está furiosa está saltando que nem louca. Seu conjunto de tailleur rosa salmão e saia, da Dior, está levemente amarrotado. Seus sapatos Loubotin, de saltos tão finos que podem furar o olho de alguém, não estão nos pés dela, o que é normal, uma vez que mamãe odeia sapatos de salto, só os usando em público. Nossa, agora eu sei por que minha mãe está na lista das mulheres mais bonitas com mais de 40 anos da People. Ela não parece ter os 45 anos que tem; parece ter, no máximo, 32, seus longos cabelos loiros presos num penteado elegante, suas unhas perfeitamente manicuradas tamborilam na mesa a minha frente, onde meu último Harry Potter estava largado onde eu o deixei quando interrompi minha leitura para responder a uma mensagem que Lizzie, minha melhor amiga me mandou. Lizzie é uma prima em terceiro ou quarto grau, e eu a adoro completamente. Ela é uma das únicas pessoas em que eu confio totalmente, porque ela também porta um título pomposo (não tão pomposo quanto o meu, mas mesmo assim), e nós estamos acostumadas com as pessoas se aproximando de nós por interesse.

    - Eu gostaria saber por que você passa tanto tempo assim aqui e mesmo assim nunca consegue tirar uma nota acima de “B”.

    Aaaah, finalmente chegamos ao ponto. Eu sorri meio de canto, pondo o Sidekick ao lado do livro, e apoiando meus pés descalços no sofá de cashmere confortável que deveria ter dez vezes a minha idade da biblioteca.

    Summer ainda está com aquele ridículo sorriso de vitória no rosto, e eu rolo os olhos. Ela é tão estupidamente igual a mamãe... Sua beleza sempre foi a mais tradicional de nós duas. Ela tem cabelo longo, loiro e encaracolado, olhos azuis como o mar. Bochechas sempre coradas, e um sorriso sempre no rosto. Eu, como todos diziam, era a cara de papai, até no temperamento – as pessoas adoravam frisar a última parte. Sempre fui mais próxima de meu pai, enquanto Sum sempre foi a menininha da mamãe. Enquanto ela tinha aulas de balé, eu aprendia a diferenciar as diversas raças de cavalos marchadores. E isso era só uma das nossas diversas diferenças. Ela aprendeu a pintar e a tocar um milhão de instrumentos; eu me dediquei a aprendizagem de línguas. No final, ela se tornou a princesa perfeita, e eu fui a segunda princesa.

    Não é que eu seja masculina, longe disso. Adoro usar saias e vestidos, e sapatilhas; gosto de me maquiar, mas não muito, só lápis de olho e batom, quando possível. Mas não abro mão das minhas confortáveis calças jeans e meus tênis. Summer, para variar, é o oposto. Juro que nunca vi a minha irmã de calças (mentira, já a vi sim, mas é que eu gosto de exagerar, capisce?), e com nada menos que base, blush, rímel e gloss. Mas, no final, eu acabei sendo a patinadora do gelo, e ela a pintora fantástica. Não vou ser hipócrita aqui e dizer que Summer é a pior pintora do mundo, porque ela não é. A garota realmente sabe aplicar as cores certas nos quadros, e fazer sombras perfeitas. Eu mal consigo desenhar um boneco de palitinho.

    Encarando mamãe com meu olhar mais inocente, eu dou duas piscadelas.

    - Desculpe, mamãe. Prometo me esforçar mais.

    Ela suspira e desaba no sofá ao me lado, massageando as têmporas. Do nada, mamãe ganhou vinte anos, e pareceu cansada e frágil. Eu envolvi os ombros dela com meus braços, e beijei o topo da cabeça loira dela, que sempre cheirava como lavanda.

    - Violy, querida. – Ela suspirou e me olhou nos olhos. – Eu te amo. Sei que você não acha isso, mas eu te amo muito. Amo você como amo a Summer, e é por isso que eu quero que você seja bem sucedida, paixão.

    Oops. Conversas sinceras e sentimentos sendo expostos não estavam exatamente na minha lista de afazeres de hoje. A coisa boa é que Summer deixou sua máscara cair, e está olhando possessa para mamãe e para mim. Eu sorrio de novo, e mamãe suspira. Bem, há uma coisa que eu puxei sim de mamãe, e á a altura. Minha mãe é baixinha, e eu já sou dois centímetros mais alta que ela. Minha irmã puxou a altura de papai, então é ligeiramente mais alta.

    - É por isso que estou te mandando para a mesma escola de Summer e de Daniel. Me desculpe, mas estou vendo que essa escola daqui não está adiantando muito para você, querida. – Ela olha para mim, e eu vejo no fundo dos olhos dela que essa é realmente a última esperança. Geez, eu não sabia que já era um fracasso total tão nova. Ou talvez não, porque mamãe sempre foi muuuuuito dramática. Ah, por falar nisso, Daniel Cartwright é meu primo extremamente gato, Duque de Gloucester, ou algo assim. Ele é bem fechado, mas mesmo assim o adoro. Ele me viciou totalmente em video-games, e já bati o recorde dele em Guitar Hero.

    Quanto à perspectiva de estudar na Roy – que era como todo mundo chamava o super-complexo/internato/quase uma Hogwarts onde os adolescentes mais importantes e ricos do mundo estudavam e, não raro, cursavam faculdade –, eu não fiquei exatamente em polvorosa, mas estava esperando que isso acontecesse.

    E eu sabia o verdadeiro motivo de ir para lá. A ilha em que a Royality fica é praticamente a prova de paparazzi, e mamãe queria me manter afastada da mídia por uns tempos. Eu suspirei e concordei com a cabeça. Sabia que não adiantaria fazer estardalhaço, já estava decidido que eu iria para a mesma escola de Sum no final do verão e nada mudaria a opinião de minha mãe. E, também, a Roy não era o fim do mundo. Quero dizer, lá era gigante, e cada Casa Irmandade tinha seu próprio mini-castelo. O internato era cheio de príncipes, princesas, duques, duquesas, condes e condessas. Mas também de astros pop e atores e atrizes de cinema famosíssimos. Lá eu seria mais uma na multidão, não seria Sua Alteza Real, a Princesa de Gales. Estudar na Roy não era uma má ideia mesmo.

    - Por mim tudo bem, mamãe.

    Minha mãe me deu um sorriso deslumbrante, felicíssima, e me abraçou pela cintura. Summer me olhou chocada. Ela provavelmente pensou que eu iria me rebelar, jogar coisas para o alto, gritar com a Rainha. Eu estirei a língua para ela, enquanto mamãe me abraçava. Ela ficou corada de raiva, e cruzou os braços, cerrando os punhos. Eu só esperava não ficar na mesma irmandade que Summer, que é a Rose & Grave.

    Teria praticamente de me mudar para lá, e já tinha começado a empacotar mentalmente o que levaria: meus livros, meus DVDs, meu Wii. Ah, e minhas roupas, meus tênis e meus óculos. E, sem sombra de dúvida, meu equipamento de patinação no gelo. E, claro, todas as minhas panafernalhas eletrônicas. Até que o próximo ano letivo poderia ser divertido! Desde que eu não tivesse aula de matemática e física, e as pessoas não ficassem me chamando de “Sua Alteza”, por que isso me irrita de verdade. Mas ao menos eu estaria saindo de Londres, onde eu não posso nem botar o rosto para fora da janela para ser reconhecida. Aspirar novos ares definitivamente me faria bem. E também ao meu cabelo.
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Holly Wood
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Pride & Passion   Dom Set 27, 2009 6:06 pm

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Nome: Hannah
E-mail: british.candy@yahoo.com
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Tem outro personagem no jogo? Ainda não :~

Personagem

Nome: Holly Wood Cavendish Lonsdale, herdeira do título de Marquesa de Hartington.
Idade: 16
Data de Nascimento: 29/10/1992
Local de Origem: Newport Beach, Califórnia, U.S.A
Artista Utilizado: Taylor Swift
Características Físicas: Seus cabelos tem cachos deslumbrantes e de um tom loiro natural e raiz cor de chocolate. Sua pele é branca e seus olhos são azuis escuros. É magra e bem alta, mede 1,75 cm.
Características Psicológicas: Amigável, amável, educada, mas bastante quieta. Por ter sido um pouco rejeitada por seus avós paternos, tem um pouco de receio de fazer amizades, e, podescrer que ela não vai tomar a iniciativa e falar um "oi" para você. Dificilmente atrapalha as pessoas, e é bastante ingênua. Obedece seu pai, estuda, tira boas notas. É uma aluna e filha exemplar. Às vezes tem bastante vontade de morar com seus avós maternos, e pode parecer um pouco solitária, mas é muito alegre e feliz. Sabe que seu pai não pode ficar o tempo todo com ela, e não reclama disso. Tenta ao máximo surpreender seus avós paternos, e no fundo, sabe que eles também a amam. É vaidosa, adora usar vestidos lindos e românticos e em ocasiões especiais gosta de imaginar o modelo. Reclama de não ser uma garota normal, mas adora ter uma vida rica e de mordomias. Gostava de cozinhar, mas seu pai proibiu-a de fazer tarefas braçais. Odeia ter nascido na América, e está tentando ser uma cidadã escocesa. Gosta mais da Escócia do que Inglaterra, já viajou com seus avós paternou ou até mesmo com suas tias, Celina e Janine para 28 países diferentes. Adora suas tias, e elas a adoram também. Adora o fato de seu avô paterno ser o 129ª homem mais rico da Inglaterra.

Biografia:

apelidos; Hollywood, Hail, Hal, Hoowoo.

livro; diário da princesa.

filme; confissões de uma adolescente em crise.

frase; Quem disse que uma vida de princesa seria seu sonho de consumo, desista desse sonho agora mesmo.

família;
Mãe: Sandrina Wood, enfermeira
Pai: William Cavendish, Conde de Burlington.
Avó paterna: Amanda Heywood-Lonsdale
Avô paterno: Peregrine Cavendish, Duque de Devonshire
Avó materna: Josie Wood
Avô paterno: Fhilipe Ernie Wood, fazendeiro.

cores; dourado, prata, branco, vermelho-amarronzado.

hobbies; gosta de fotografar e passar o tempo com o pai

comida favorita; shortbread, biscoitinho amanteigado matinal e porridge, um tipo de cereal escocês.

"Seu nome foi propositalmente 'Holly', para combinar com seu primeiro sobrenome 'Wood', que foi idéia de sua mãe inspirado no palácio de Holyrood, no qual a criança moraria mais tarde, e até mesmo por causa da cidade maravilhosa de estrelatos e mais famosa dos USA: Hollywood. Seu nome em escocês pode ser pronunciado como o palácio, Haly Ruid (cruz sagrada). 'Cavendish' é o sobrenome de seu pai e 'Lonsdale', da sua avó paterna.

Nasceu no dia vinte e nove de outubro de mil novecentos e noventa e dois. Era um dia nublado, às 14:37 pm, com 3,756 kg e de oito meses e dezenove dias. Seus olhos e cabelos naturalmente claros foram herdados de seu pai, enquanto tem os lindos cachos de sua mãe. Herdeira do Conde de Burlington e uma típica escocesa local."

Sou Holly Wood Cavendish Lonsdale, uma garota que nunca foi ao shopping ou se quer comeu alguma vez no MacDonalds, e nasci na ensolarada Califórnia, em Newport Beach, apesar de ter me mudado para Glasgow, Escócia com apenas dois anos. Meus avós Woods moravam lá, e meu pai cedeu para minha mãe e me deixou morar com ela por apenas 3 anos.

Minha mãe era uma enfermeira normal, e fazia constantes viajens de trem para Edimburgo para ajudar pobres e tentar arranjar um emprego fixo na grande capital. Meu pai era filho do duque de Devonshire, mas rejeitou o título de Marquês de Hartington para se mudar para Newport Beach por causa da sua paixão, que era a fotografia. Lá eles se conheceram - e minha mãe me teve 9 meses depois - e não se casaram. Meu pai assumiu-me como filha, fazendo ter aulas particulares. Minha mãe não teve o título de baronesa por não ter se casado com meu pai, e em 2006 ele acabou se casando com outra mulher. Me mudei da casa dos meus avós Woods para morar com o Duque de Devonshire, mas como não deu muito certo, acabei voltando para Edimburgo.

7 de Junho de 1997, quando eu conheci meu avô, Duque de Devonshire, tive uma ótima má impressão. Eu era tratada como uma princesa, admito, mas como uma princesa bastarda. Era isso. Eu era a filha fora do casamento real que meu pai não quis. Apesar de ter passado um mês com meus avós paternos, dezessete dias depois da minha estadia, recebi a notícia que minha mãe, Sandrina Wood, havia morrido atropelada por um policial bêbado a noite, quando ela ia realizar outra ajuda médica no bairro. Eu não podia sair da residência do Duque, e o que me fez ter os 13 dias mais tristes da minha vida. Não vi meu pai até que me mudasse para Holyrood.

Meu pai queria que eu tivesse uma ótima educação e me deixou no Palácio de Holyroodhouse com 5 anos, mas ainda sim afastada da rainha quando esta repousava no verão no grande palácio. Aprendi a falar escocês, inglês, e francês fluentemente lá, e aprendi a tocar piano, pois meus pai queria que eu tivesse os dotes de uma princesa, pois um dia ia ser marquesa, ou baronesa ou duquesa. Minha professora disse que eu tinha mãos de fada, e, aproveitando minha aproximação da realeza britânica toquei uma vez para alguns amigos de meu pai e meus avós enquanto estes visitavam Holyroodhouse, quando eu fiz meu aniversário de 8 anos. Apesar de tudo, meus avós paternos não gostavam de me ter na família por não ter sangue completamente real.

Ainda sim, passei dos meus 5 anos até meus 14 anos em Holyroodhouse, aprendendo a falar mais 3 línguas: espanhol, alemão, italiano, que somado com minhas outras línguas, sabia falar 6 idiomas diferentes. Minhas aulas de piano ainda eram frequentes, e as de flauta transversal também. Meu pai se casou, com, agora sim, quem eles queriam, e minha madrasta não é tão ruim assim. Eu não fui no casamento, fiz minhas malas para viajar com meus avós paternos para o Palácio real de Oslo, visitar a família real norueguesa. Lá eu conheci o primo do meu pai, Hugh. Passamos três dias na Noruega e depois vi meu pai e sua esposa. Eu não posso reclamar, já que ela é um amor de pessoa, educada e é dona de seu próprio título.

Até aí, eu já tinha perdido totalmente o contato com minha família por parte de mãe. Minha tia Celina conversou com meu pai de me mandar para uma ilha, a Royality South Island, para garotas e garotos que são ricos, famosos e importantes, e meu pai devia ter pensado que a escola foi exatamente feita pra mim. Huh.

- Você vai ter que ir. Ou vai querer ficar em Holyroodhouse? - disse-me ele, enquanto passava a mão em meus cachos.
- Não. - bufei, mas me recompus e despondi mais cordialmente. - Não senhor. Vou para Royality South Island, e me comportarei. - dei um sorriso gentil a ele. Seria uma das últimas vezes que eu veria meu pai mesmo. Dane-se, se ele quer que eu vá, eu vou.
- Ótimo. - ele retribuiu o meu sorriso e me entregou um papel escrito "te amo" em dialeto escocês. - Sua tia está te esperando. - disse e levantou de minha cama, saindo do quarto.

Eu não queria ir. Queria ficar aqui, na residência do meu av... Duque de Devonshire. Mesmo que a convivência não fosse muito boa, eu poderia tocar piano, fotografar, e teria aulas particulares, sem notas, provas, nem pessoas infernais e maldosas, como teria na "escola". Meu quarto era gigante e de uma decoração que misturava cores como rosa queimado, verde claro e dourado, e o piso era feito de mármore. Tinha um piano sem cauda ao sul, e um grande espelho na parede. Meu closet ficava a oeste, perto da minha penteadeira e de meu armário para sapatos. O banheiro ficava a leste, e ao norte minha cama, uma janela enorme e arejada, e a porta de madeira escura e legítima. No palácio, era um pouco maior, mas eu me sentia mais confortável aqui.

Ok, teremos que ir para a selva que é o colégio.

Papai e mamãe, me deem sorte.
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Pride & Passion   Dom Set 27, 2009 11:51 pm

Biografias aceitas
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Brandon Di Santini
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Pride & Passion   Qua Out 07, 2009 2:00 pm

A U T H O R


Nome: Dahi
E-mail: dlindamattos@hotmail.com
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) dlindamattos@hotmail.com
Tem outro personagem no jogo? Sammantha Delacroix, Gustave Delacroix
P E R S O N A G E M

C A R A C T E R

Nome: Brandon Igor Santini
Idade: 20
Data de Nascimento: 22/06/1988
Local de Origem: Gênova, Italia.
Artista Utilizado: Henry Cavill


Características Físicas: Pra começar, seus olhos são azuis, profundos e ardentes. Costuma erguer sua sobrancelha constantemente, e isso faz de seus olhos um tanto quanto expressivos. Suas maçãs do rosto são proeminentes e bem delineadas. Seu queixo forte indica poder e decisão. Sua boca é fina, porém parece ter sido desenhada por algum pintor. Tem um corpo forte, bem distribuído e grandes mãos. Ombros largos e veias proeminentes.


Características Psicológicas: Ele é de lua, porém sempre tem um motivo para mudar de humor. Pode se transformar da água pro vinho de uma hora para outra, basta que alguma coisa aconteça, que alguma palavra seja dita. Tem uma pinta de galã, de conquistador, romântico. Quem não o conhece por vezes o julga como o tipo de cara que só quer uma noite e nada mais. Brandon, entretanto, não se acha nenhum pouco conquistador, já que raramente vai atrás de uma conquista. Bem, elas vem até ele, mas isso é outro caso. Ele é extremamente intenso e às vezes isso pode confundir algumas pessoas. Ou então deixá-las atônitas! Ele nunca diz só meia palavra. Ele diz o script inteiro e ainda os créditos finais. Nunca vai dizer “gosto de você”, ele vai logo pro “Eu não vivo sem ti, amoré mio”. O problema mesmo é dizer. Ele não faz nada em dúvida. Seu temperamento decidido não o deixa ter muitas duvidas, mas quando as tem ele costuma pensar muito sobre o assunto. É sarcástico e muito observador. Adora cruzar seus braços, encostar em algo e ficar simplesmente observando tudo a seu redor. Muitas vezes age pelo calor do momento, agindo com impulsividade. Mas ainda assim não faz nada que não quer. É direto quando deve ser, enigmático quando precisa. Às vezes conversa sozinho e gosta de esgrima.



B I O G R A P H Y

Sempre achei que escrever é muito mais fácil que falar. Entretanto, não é tão melhor em certas ocasiões. Escrever exige muito mais detalhes, quando falar não. E se é para falar sobre a minha vida, eu não escolho nem um, nem outro. Prefiro silenciar e deixar que o destino siga seu caminho. Mas posso? Não, como sempre.

Desde cedo fui me habituando com a palavra “não”.
- Padre, posso escalar as cortinhas?
- Não.
- Madre, posso dormir mais tarde?
- Não.
- Padre, posso dar uma festa?
- Talvez...
- Com uns amig...
- Não.
É, não é como se eu pudesse sair por aí, esbanjando o que quer que fosse, sem que algum dos capangas de meu pai me seguisse por todos os cantos possíveis. Cresci assim. Quando criança, questionei apenas uma vez a mi Padre o porque de aqueles homens sempre esterem nos seguindo. Ele apenas maneou a cabeça e disse que eles eram como amigos mudos; que sempre estavam por perto, mas que nada falavam. Eu nunca mais perguntei. Não preciso de muito para entender algo, sou um observador assíduo e isso influi e contribui também. Já compareci em milhões de festas; realmente incontáveis. “Lá está o ragazzo Igor” falavam. Logo cedo percebi que ser um conde não era muito normal. Nem todos nasciam com esse título e mais cedo ainda percebi que eu era um privilegiado. Assim como meu irmão mais novo, Sam.

Apesar de tudo, minha infância foi interessante. Tediosa, cheia de intermináveis aulas de etiqueta, dentre milhões de matérias que eu era impelido a estudar diariamente. Além das “extras”: Piano, Violino, Saxofone, Cricket, Golf, Esgrima, Arco e flexa...
Assumo que de algumas eu gostava bastante, mas abominava muitas outras. Minha vontade mesmo era estudar em escolas, assim como muitos jovens Italianos que eu via; todos andando em grupos, brincando e falando besteiras na rua. Sempre os observei com uma curiosidade intensa, tentando descobrir como era ser livre daquela forma, não precisar ter guarda-costas, não temer ser seqüestrado por dinheiro ou qualquer coisa genérica.

E foi por isso que eu fugi da mansão quando completei dezoito anos. Eu era um tanto quanto idiota, tenho de confessar. Não contei a ninguém, a não ser meu irmão mais novo e meu melhor amigo Dario. Me esgueirei pela noite e dei um jeito de escapar das câmeras de vigilância. Havia passado basicamente toda a minha vida planejando isso.No final, foi mais fácil do que eu imaginava e meu coração bateu forte e livre assim que saí dos limites dos portões de casa. Não que eu nunca houvesse saído antes, mas não daquela forma. Olhando pros lados, para as ruas, e tentando decidir qual delas eu visitaria primeiro. Assim que pude, peguei um trem para Veneza. Lá eu vivi os meses mais maravilhosos de toda minha vida. Embarquei pelas ruas molhadas da cidade, conheci pessoas bonitas, feias, intensas, macabras... Não desfrutei de luxo algum, dormi em instalações pobres, parcas, mas que possuíam uma cama quente e aconchegante. Provei de muitas mulheres, de todas as raças e cores. Amei, desfrutei de romances absorventes e adorei cada momento. Conheci Fiorella, uma jovem Italiana maravilhosa, linda como uma flor e doce como néctar. Sempre observava que seus modos eram finos demais para que ela fosse uma simples vendedora de flores, e um dia ela me disse que pertencia a corte italiana, mas que fugiu por não agüentar viver entre jaulas. Eu me apaixonei ainda mais depois disso.

Mas como tudo que é bom tem um fim, eu também tive o meu. Era madrugada e eu estava voltando do trabalho, um bico que havia arranjado navegando de barco pela cidade. Dois passageiros embarcaram. De roupas pretas, óculos, sapatos listrados e completamente mudos. Meus capangas. Eu me lembro que comecei a rir. Ri muito, tomei a cabeça pra trás e gargalhei com gosto. Eles haviam me pegado.

Horas depois eu estava de volta à mansão, ainda risonho e vermelho de tanto rir. Meu pai havia ficado furiosíssimo com meu sumiço e havia colocado carabinieris e detetives do mundo inteiro a meu encalço. Descobri que ele havia visto toda a minha fulga, mas não pensou que pudesse me perder de vista. Mas a única parte que me chateou foi quando me dei conta de que foi por intermédio de Fiorella que conseguiram me achar. Ela havia me delatado. E por dinheiro. E como se não bastasse, descobri que ela era a filha renegada de um conde e que não havia se despojado do luxo, e sim desprovida, expulsa de tal; por ter traído a confiança de sua própria família. Foi a única parte que fez o sangue de minhas veias ferver e deixar minhas mãos em punho. Eu a perdoei, mas nunca mais a vi novamente.

Ouvi milhões de palavras e sermões vindos de meu pai, até o dia da sua morte. Queria poder dizer que foi muito tempo depois, mas não. Alguns meses depois de minha “volta” a casa, ele morreu. Eu estava segurando a sua mão no hospital particular quando ele veio a óbito, logo depois de ele ter me “anunciado” que teria de me casar em breve, por ter ganhado um titulo. E, como se não bastasse, a minha futura esposa já fora escolhida. Era, de fato, um castigo por eu ter sumido por todos aqueles meses. Ele me fez prometer solenemente que não iria quebrar o contrato e assim eu o fiz. Sou uma pessoa forte e agüentei tudo o que podia, para que minha mãe não sofresse mais do que o necessário. Herdei seu titulo e meu irmão mais novo herdou o meu. Eu havia me transformado no Duque de Paravell, o mandante de tudo. O dono de tudo. E não tinha muita idéia do que fazer com isso.

E foi por essa razão que deixei que antigos conselheiros de meu pai cuidassem da minha mãe e também dos negócios e decidi, por conta própria, me matricular na Royality Soulth Island. Talvez uma forma de fuga, talvez não. Talvez um descanso, talvez não. Talvez uma forma de conhecer minha futura noiva antes que ela pudesse fazer o mesmo comigo... sim. Eu precisava descobrir mais sobre ela, e já possuía o nome. Não seria tão difícil.
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Pride & Passion   Qui Out 08, 2009 1:58 pm

Aceito *-*

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W. Elise Black
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MensagemAssunto: W. Elise Black   Sab Out 17, 2009 3:30 am

. eu

Karol
mad.key@hotmail.com

. ela


Wonder Elise Black. Won para íntimos, WonWon para MUITO íntimos – só o pai a chama assim – Els para amigos, Elise para conhecidos e Black para inimigos.
16; 03.08.1993; Dublin, Irlanda

Selena Gomez

Cabelos de um castanho escuro, quase negros, pele alva e estatura em torno de 1,70 m. Os olhos possuem a mesma cor das madeixas – uma vez longas, hoje na altura no ombro. Ok, ela vive tirando e colocando o mega hair. Os joelhos exibem uma coleção notável de cicatrizes, resultado do acampamento de futebol que ela insistiu em ir durante o verão. Não que ela ligue... muito.

Língua e sapatos afiados, Els tem uma boca traiçoeira – em todos os sentidos – que não perdoa ninguém, nem mesmo Kath e Violy, suas duas melhores amigas. Pode ser um pouco insensível às vezes, e fala compulsivamente quando está nervosa. É extremamente enjoada para comer, e mais difícil ainda de ser conquistada. Não se deixa impressionar facilmente, e é um tanto quanto...vingativa. Mas só um pouquinho rs. Teimosa até o último fim de cabelo, bate o pé pra conseguir o que quer. Adora dar pitaco em tudo, sendo vista algumas vezes como metida. É, até parece que ela se importa com o que os outros pensam haha.

. o resto


18 de agosto de 2009;
Cobertura dos Black, Manhattan, NY, quarto de Wonder Elise Black;
19:12

O Modelo de Kübler-Ross

O Modelo de Kübler-Ross propõe uma descrição de cinco estágios discretos pelo qual as pessoas passam ao lidar com a perda, o luto e a tragédia. Segundo esse modelo, pacientes com doenças terminais passam por esses estágios.

O modelo foi proposto por Elisabeth Kübler-Ross em seu livro On Death and Dying, publicado em 1969. Os estágios se popularizaram e são conhecidos como Os Cinco Estágios do Luto (ou da Dor da Morte, ou da Perspectiva da Morte).

Plec-plec-plec
Negação...

- Não, isso NÃO está acontecendo, Won. Ele não pode estar falando sério, pode?

Plec-plec-plec
Raiva...

- Como ele pode fazer isso comigo? Quem ele acha que é para me tratar daquele jeito, como se eu tivesse só cinco anos? É dezesseis, senhor Black, DEZESSEIS! Ahh, mas aquele cara vai ver só uma coisa! AAAAAAAAAHRGH!

Plec-plec-plec
Barganha...

- E se eu prometer nunca mais sair aos sábados? E tirar notas altas em todas as matérias, até em trigonometria?

Plec-plec-plec
Depressão...

- O que diabos ele está pensando, que vou aceitar tudo docilmente? Vou fugir de casa, porque nem que a Chanel vá a falência – e não vai acontecer tão rápido, darling – eu vou para AQUELE lugar! – soco na parede – AAAAAH MINHA MÃO! – som de sopro.

...ou mais raiva.

Os saltos do peep-toe de verniz preto faziam barulho no soalho claro, enquanto uma garota de cabelos encaracolados, beirando os ombros, andava de um lado para o outro, os punhos cerrados com tanta força que os nós dos dedos estavam esbranquiçados, imagino eu, para conter a raiva que sentia do homem que havia à pouco anunciado que ela iria para um colégio interno. Para ser mais exata, a Royal South School. Até o nome já deixava uma sensação de prisão. Eca. Ela estava possessa, e faltou pouco para se jogar da janela. E digamos que trinta andares caindo no concreto não são exatamente... relaxantes.

Ok, chega de falar de mim em terceira pessoa, isso é muito idiota. E estranho.

Mas enfim, a situação é essa mesmo. Meu carrasco pai anunciou que no outono eu estarei indo para um estúpido colégio interno, que fica em uma maldita ilha.

[abre dicionário]

ilha
s. f.
1. Espaço de terra cercado de água por todos os lados.
2. Douro Grupo de casas isoladas de outras habitações e cercado de ruas por todos os lados.
3. Pátio cercado de habitações pobres.

[fecha dicionário]

Ouviram? CERCADO DE ÁGUA POR TODOS OS LADOS! Sem mais compras na 5ª avenida, sem as apresentações magníficas no The Box...

Maldita hora em que as garotas me convenceram a ir com ela na Pink Elephant.

[FLASHBACK]

9 de agosto de 2009;
Mansão McStraight, Manhattan, NY, Sala de Estar;
01:36

Sete adolescentes deitadas em almofadões coloridos, a televisão ligada no volume máximo, no MTV Hits. Os pais de Heather tinham viajado, e tínhamos a casa toda só para nós.
- Els, nós TEMOS que ir lá! Você prometeu que ia me acompanhar! Vaaai, por favor! – pediu Carter
- Sei não, meu pai já ta meio em cima de mim por causa das minhas notas em trigonometria... – respondi, pegando mais um chocolate.
- Está aí, ele NÃO vai descobrir! – retrucou Allyson – Vem, por favor! Prometemos que voltamos no máximo às 5!
- Ahhm...
- Elise, vamos, vai ser divertido! Muitos caras gatos, nomes falsos...como nos velhos tempos! –
cutucou Dakota.

Os velhos tempos, lembrei. Para ser mais exata, o mês em que chutei o balde, depois de mandar minha professora de literatura para aquele lugar e ser suspensa. Fiquei naquilo por quatro semanas, deixando meu pai desesperado, ao voltar tarde da noite em fim de semana, levar 3 detenções por semana...será mesmo que eu queria aquilo de volta?

Quer saber? Foda-se.

- Então o que estão esperando? Heath, a sua minissaia de coura da Betsey Jonhson é minha! Alguém viu minha identidade falsa?

Gritos de aprovação se sucederam.

[/FLASHBACK]

O resto da noite é um assunto nebuloso em minha cabeça. Lembro de subir em cima do balcão e chutar os copos. Segurando uma garrafa. Também lembro de mãos na minha cintura, e uma língua frenética em minha boca, de algum rapaz cujo nome eu não sabia.

Acordei na manhã seguinte em uma quarto todo branco, com uma agulha de soro na veia e um sr. _______ olhando frio para mim. A única coisa que eu pensava naquele momento era que estava ferrada. Muito ferrada.

Pra resumir, eu entrei em coma alcoólico, chamaram meu pai e os médicos filhos da mãe me deduraram. Ele não olhou para mim a semana inteira, mas também não deu nenhuma sentença de castigo. Eu devia ter imaginado que ele estava planejando alguma coisa.

Agora, ele me vem com essa. Internato. Em uma ilha distante, no meio do nada. Pra filhos de reis e toda aquela estupidez, popstars, famosos... ou simplesmente gente cheia da grana, tipo o meu pai, que é Marechal do Ar aposentado. Não sei o que minha mãe fazia, mas deve ter ajudado no patrimônio. A única coisa de útil que ela fez antes de sumir e me deixar para trás.

Ainda guardo um remorso, lá no fundo. Nem gosto de tocar muito no assunto, muito menos o meu pai. O que ela fez não tem perdão, ou qualquer desculpa. Não consigo achar qualquer motivo convincente para abandonar sua própria família, sem explicação alguma. Simplesmente sumir, como se evaporasse no ar.
Ok, chega de preencher meus pensamentos com essa mulher insolente. Voltemos à Royal South School. Pelo folheto que papai me deu, parece que até que é um lugar bacana, mas... não é Manhattan. Eu cresci aqui, morei durante minha vida toda neste apartamento. Como eu vou me encaixar em uma escola que foi feita para a – como o nome já diz – realeza?

Não vai rolar. Simplesmente NÃO vai rolar.

- Won? – ouvi uma voz conhecida. Então, a figura de meu pai apareceu na porta. – Suas passagens e documentos – E largou uma pasta em cima da escrivaninha.

Passagens? Ai. Meu. Deus.

{...}


1 de setembro de 2009;
Royality South Island, algum lugar do globo, Chateau Pride & Passion;
17:21

Ninguém me falou que teriam castelos. Falaram que iriam ter nobres nojentos. Ok, não me falaram, mas eu supus. Mas ninguém falou absolutamente nada sobre castelos. Imensos, com suas paredes de pedra e corredores gelados.

Vão fazer picadinho de mim aqui. Eu queria berrar por socorro mas não ia adiantar. Seja o que Deus quiser. E o que ele quer é que eu me ferre.

Senhoras e senhores, a vida de Wonder Elise Black foi muito bem aproveitada, regada à álcool e baladas, amigas e ficadas, mas hoje ela terminou.

Tchau, mundo conhecido. Olá, Royal South School.

Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Pride & Passion   Dom Out 18, 2009 1:09 am

Aceita, Wonder Elise Black

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