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Bem vindo!

Imagine uma seita criada para perseguir os herdeiros dos maiores imperios do mundo. Imagine agora uma ilha magnífica, cheia de castelos e chateau's, criada para proteger e educar esses herdeiros. Aqui é o lugar. Principes, duques futuras rainhas ou estrelas de cinema: Estão todos aqui e no colegial. Tramas inacreditáveis estão por vir. Confusão, socos e beijos são mais que confirmados.Seja Bem vindo ao Royality South Island, mais que simples contos de fadas. Porque aqui a realidade é ainda mais interessante!

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ROYALITY SOUTH ISLAND
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 REGISTRO - Rose & Grave

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The Supreme
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MensagemAssunto: REGISTRO - Rose & Grave   Qui Set 10, 2009 12:18 pm

Para registrar seu personagem no jogo, favor preencher minunsciosamente esta ficha, não esquecendo de nem um campo.

[P L A Y E R]

Nome: ( Seu nome aqui)
E-mail: Seu email.
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) Preencha aqui com o seu contato. Msn, Ym! e afins...
Tem outro personagem no jogo? Se possuir, coloque o nome dos demais personagens e a qual Irmandade eles pertencem.

[P E R S O N A G E M]

Nome: (Nome do seu personagem.)
Idade:
Data de Nascimento:
Local de Origem: (O país onde seu personagem nasceu.)
Artista Utilizado:( O Photoplayer)

Características Físicas:( Aqui ficará as caracteristicas fisicas de seu char. Se ele é bonito, feio, tem o nariz grande, o corpo escultural.... Favor evitar o famoso "Vide Avatar".)

Características Psicológicas: (Como seu personagem é? Como ele age, do que ele gosta ou desgosta, teu temperamento... )

Biografia:
(Detalhes sobre a vida de seu personagem. A infancia, curiosidades sobre ele e sua hitoria de vida. Capriche! ;D)



---------------------------------



Código:

[color=cyan][P L A Y E R]
[/color]
[b]Nome:[/b]
[b]E-mail:[/b]
[b]Comunicadores (MSN, YM, AOL..)[/b]
[b]Tem outro personagem no jogo?[/b]

[color=cyan][P E R S O N A G E M][/color]

[b]Nome:[/b]
[b]Idade:[/b]
[b]Data de Nascimento:[/b]
[b]Local de Origem:[/b]
[b]Artista Utilizado:[/b]
[b]Características Físicas:[/b]
[b]Características Psicológicas:[/b]

[b]Biografia:[/b]
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Sammantha Delacroix
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Ter Set 29, 2009 5:43 pm

P L A Y E R


Nome: Dahi
E-mail: dlindamattos@hotmail.com
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Tem outro personagem no jogo? Gustave Delacroix


P E R S O N A G E M


Nome: Sammantha Delacroix
Idade: 18
Data de Nascimento: 16/09/1990
Local de Origem: França
Artista Utilizado: Megan Fox

Características Físicas: Sam possui um corpo que causa inveja em metade da população da RSI. Pele bronzeada, pernas esguias, cintura fina, bem distribuída e esbelta. Seus olhos são de um azul intenso, que varia de claro para escuro. Geralmente dizem muito para quem a conhece e consegue ler (seu irmão, por exemplo). Os traços de seu rosto são marcantes e combinam com a sua personalidade. Seu sorriso é cativante e faz qualquer um perder a pose de “bonzão”. A pode é de uma princesa, assim como foi ensinada, mesmo que às vezes ela negue esse titulo.


Características Psicológicas: É realmente complicado tentar entrar na mente de Sammantha, saber como ela é realmente. Ela é mais que um rostinho bonito. Seu gênio é difícil, mas ela se relaciona perfeitamente bem com todas as pessoas; não se acha melhor que ninguém (ou quase) e é popular, mas não liga muito. Ela é impaciente, tem reflexos rápidos e é geniosa; mas também é virtuosa, por vezes até lenta. Odeia ser contrariada e é extremamente vingativa. Jamais será vista sendo humilhada por alguém. Seu orgulho e língua afiada a fazem vencer qualquer briga ou discussão. As palavras simplesmente jorram e outra peculiaridade é ser um tanto quanto tagarela às vezes. Por estar estudando há um bom tempo na ilha, já se enfiou nas mais diversas loucuras, sempre ficando em situação delicada, mas nunca expulsa, é claro. Pode ser doce e meiga, mas é um verdadeiro furacão quando se sente ameaçada e não é preciso muito para que isso aconteça. É cheia de planos e artifícios. É capaz de realizar façanhas para conseguir o que deseja e, assim como muitos de sua Irmandade, é competitiva. Não se possui desentendimentos com as outras irmandades, mas também não gosta de se misturar. É descontrolada, desinibida, impulsiva e muito arisca. Apesar de fingir ser desdenhosa, tem peixão encubada por seu irmão mais velho, Gustave. Outra paixão sua é a Ginastica Olimpica.


B I O G R A F I A

Eram cinco da manhã e eu cheguei na ponta dos pés no chalé da Rose&Grave. Meu Deus, eu estava bem para tumulo mesmo. Principalmente se Gust descobrisse que eu havia passo, a noite fora. De novo. Minhas sandálias Manolo estavam na minha mão, minha blusa estava molhada e meu short tinha uma mancha de Wisky enorme na perna esquerda. Ah, e meu cabelo, ele estava fedendo totalmente a cigarro. Fechei a grande porta da frente, trancando-a sem fazer barulho. É a experiência. Passei pelo Hall de entrada e a sala de TV. Não havia nenhuma alma viva ali, graças a Deus. E eu realmente iria passar direto...

Se eu não tivesse olhado para a TV e visto um vídeo de quando eu tinha um ano de idade e engatinhava pelo carpete quilométrico de Foxhall House. Estaquei, surpresa. O controle estava jogado sob o sofá e não havia nem pista de que alguém estivesse ali. Mas eu sabia quem era. Gustave, meu irmão mais velho. Ele sempre adorou ver esses vídeos de família. Provavelmente estava vendo mais cedo, capotou, ficou grogue e esqueceu de desligar a TV. Meus olhos se prenderam em mim mesma, mais nova, rindo como a criança sapeca que era e minha cabeça rodou em um flashback.

Eu nasci em 16 de Setembro, em um dia chuvoso e pacato. Para desespero de minha espalhafatosa (e quase totalmente americana) mãe. Ela havia planejado uma festa gloriosa, como a que ela deu em Boas Vindas a Gustave, dois anos antes. Mas as coisas não haviam dado nada certo. O avião que ia trazer mais da metade dos convidados foi permitido de decolar por causa do mau tempo, a limusine que trazia o bolo gigante escorregou e quase ia caindo em uma ribanceira. O motorista sobreviveu, mas o bolo não. Por causa do mau tempo, a iluminação ficou péssima, o clima horroroso e os humores da casa, bem nojentos. Mas isso não me impediu de nascer. Nasci, quase matei minha mãe, mas nasci.

Meu aniversário de um ano, dois anos, três anos... até os nove anos, quando eu bati o pé, gritei desesperadamente e falei que eu não queria “porra de festa nenhuma”. Eles não fizeram festa pra mim esse ano, mas eu levei o único tava da minha vida, vindo do meu pai, por eu ter xingado de forma tão deseducada. Havia sido meus amiguinhos criados que haviam me ensinado a palavra e eu havia achado bonitinha, poxa. Eu chorei o dia inteiro pelo tapinha que recebi e meu mai, com dor no coração (ele não é nada de manteiga derretida. Muito pelo contrário. Mas eu sempre o fiz fazer o que eu quero, me agradar ) me encheu de presentes, incluindo o colar real que eu só receberia depois que fizesse dezesseis anos. Há males que vem para o bem, percebe?

Assim como meu irmão, raramente era vista como uma criança quieta. Eu me comportava perfeitamente bem nas reuniões de família e jantares beneficentes, com raras exceções. Mas fora dali... bem, pode-se dizer que eu consegui fazer muitos estragos. Talvez tenha sido por isso que minha mãe me obrigou a praticar ginástica olímpica. Eu odiei, fiz um drama absurdo, mas três meses depois estava completamente apaixonada pelo esporte e o pratico até hoje. Lembro me de um jantar importante que tivemos em Foxfall House, com um outro Príncipe francês e seu filho. Sem querer, eu ouvi meu pai dizendo que pretendia me unir com aquele garoto em casamento. Um casamento... arranjado. Ele parecia ser pouco mais velho que eu (eu possuía 15 anos recém feitos) e era até gatinho, mas isso não me impediu de sentir uma raiva intensa se apoderar de mim. Eu não podia acreditar que meu pai queria me prometer em casamento como naqueles filmes de época que deixam qualquer um com o coração explodindo. Primeiro, eu não era uma princesinha submissa. Segundo, eu não era uma princesinha submissa. E terceiro: Pouco me lixei se era uma princesa, uma empregada, uma manicure ou o que for. Foi aí que eu descobri que não tinha a menor responsabilidade requerida para ter um titulo de tamanha importância, além de ter percebido também, o quão bom é se meter em confusão.

Depois de todos os jantares, Papai e seus convidados (homens) vão para o escritório coletivo fumar charutos e discutir quaisquer que sejam as idiotices em que eles sempre estão metidos. Pouco antes que o jantar terminasse, porém, eu pedi licença dizendo que iria ao toalete. Ledo engano. Eu fui direto para o escritório e a tempo de esbarrar com o criado responsável por deixar os charutos e as bebidas para meu pai. Ele se chamava Pietro e era um loiro lindo. Sempre dava um jeito de se esquivar de mim quando percebia meu olhar meio despudorado para ele. Que posso fazer se não me importo em esconder minhas reações diante de certas coisas?

- Hey Pietro... – Eu disse com um sorrisinho travesso, colocando a mão no peito dele, impedindo-o de sair do recinto.
- Com licença, Vossa alteza, eu preciso trabalhar – Ele era rude de propósito, conhecia meus planos mimados e mau intencionados e não escondia seu desgosto. Como se eu não soubesse que ele gostava de mim... Afinal, descobri bem cedo que sou linda e posso ter qualquer coisa na minha mão se usar a beleza de forma correta. Raramente a uso para alcançar meus objetivos (isso é mais coisa da Chanelle, patricinha ex do meu irmão), mas aquele dia eu precisava fazer algo. Eu não permiti que Pietro saísse aquele dia. Ele tentou negar de todas as formas, mas quando fiz a alça de meu vestido cair “sem querer” ele simplesmente me tomou nos braços, me deitou sobre a mesa de Xadrez de meu pai e me beijou. Eu achei que fosse gostar mais, senti que estava faltando algo; mas sempre tive essa dificuldade pra entender o fator X que atrai o homem e a mulher. Então, não foi tão bom assim. Pra mim, pelo menos. E está gravado na minha mente o momento em que ele ia baixando a alça de minha lingerie.

- O QUE É ISSO??? – O berro estridente de meu pai ecoou no escritório, completamente incrédulo. Até que em fim, hein papa?? Que droga, ele havia demorado. Mas pelo menos havia chegado e então eu comecei a gritar.
- ME SOLTA, AHHH ME SOLTA, AHHHH SOCORRO PAPA!!! – Lagrimas surgiram nos meu olhos e outra coisa que percebi naquele dia é que sou capaz de fingir muito bem.

Pietro ficou estático e, no segundo seguinte, o punho de meu pai estava no maxilar dele. O coitado tentou explicar de todas as formas possíveis que estava acontecendo um engano completo, que ele não estava fazendo o que parecia fazendo, que ele não pretendia fazer nada comigo e mais um milhão de coisas que eu desisti de ouvir. Meu pai ficou possesso e não acreditou em uma palavra que ele disse. Eu corri e escondi meu rosto na camisa do meu irmão, abraçando-o e soluçando. Ele murmurou no meu ouvido algo como “Você deveria fazer Teatro...”, me abraçou e me tirou dali. Os convidados de meu pai, chocados, se despediram e não mais voltaram. Com certeza pensaram que eu estava deflorada e não queriam se envolver em um escândalo na coroa. Papai quis matar Pietro. Dei um jeito de fazer com que ele não fizesse isso, só demiti-lo já estava bom. Posteriormente lhe enderecei uma carta pedindo desculpas pelo que eu havia feito e uma quantia de cinqüenta mil euros para ele começar uma vida tranqüila novamente. Meu pai nunca deu por falta do dinheiro e Pietro nunca mais deu as caras. Perfeito.

No mês seguinte começaram as minhas aulas. Foi o meu primeiro ano na Royality South Island, o legado. Gosh, não sei como Gustave agüentava tanto isso de ser descendente de não sei quem e monitorar não sei o quê. Se ele estava pensando que eu ia seguir os passos dele depois que saísse da escola, estava bem enganado. Dane-se, ninguém iria me obrigar a isso. Além do mais, qualquer idiota consegue ver que eu não conseguiria monitorar nem uma turma de bebês de um ano; quanto mais um bando de jovens doidos e enlouquecidos por sexo e drogas. Apesar das detenções, constantes advertências e tudo mais, morar na ilha. E agora mais um ano letivo está começando; fico imaginando que confusão vai me encontrar no primeiro dia de aula. Estou preparada.

Balanço minha cabeça, de volta a realidade. O vídeo acabou agora e só então eu percebi que viajei totalmente na maionese. Essa é a conseqüência de ter uma mente imperativa. Olho pro lado e...
- AAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!! – Saio pulando, pego um candelabro de bronze e rebolo ele em cima de algo. Algo que tocou no meu ombro como um fantasma. Algo que...

- VOCÊ-ESTÁ-MUITO-ENCRENCADA!!! – É o meu irmão furioso que eu sei que vai me matar agora. Droga.
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Gustave Delacroix
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Ter Set 29, 2009 6:11 pm

P L A Y E R


Nome: Dahi
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Tem outro personagem no jogo? Sammantha Delacroix

P E R S O N A G E M


Nome: Gustave Delacroix
Idade: 20
Data de Nascimento: 04/01/1988
Local de Origem: França
Artista Utilizado: Chace Crawford


Características Físicas: Pele levemente bronzeada, por passar algum tempo da semana ao ar livre praticando arco e flecha. Seus olhos são um traço de família: Intensamente azuis, muito profundos e expressivos. Uma das coisas que mais chama atenção para Gustave é seu sorriso, seus dentes perfeitos acompanhados de um olhar bem dado são capazes de derreter qualquer espécime do sexo feminino que esteja passando eventualmente (também nisso se parece com sua irmã). Seu corpo é definido, mas não extremamente malhado. Esbelto e com traços perfeitamente esculpidos, o monitor da Rose&Grave é considerado um dos residentes mais bonitos da Irmandade.


Características Psicológicas: Decidido e de punho firme, Gustave sabe como agir, como se comportar e sabe como persuadir alguém. Seu vocabulário e léxico é extenso e ele tem uma pinta de intelectual que o deixa um tanto quanto charmoso. Não é nem um pouco tímido. Muito pelo contrário, é desinibido. Entretanto não gosta ficar ‘aparecendo’, chamando extrema atenção. Já chama bastante atenção por si só, em sua posição em sua Irmandade. Sua turma de amigos é a mais popular da sociedade e bastante conhecida na SRI. Já envolveram-se em enormes confusões ele e seus amigos, apesar de que ele se acha o mais ajuizado do grupo. Seu temperamento impulsivo, entretanto, não o deixa ser o modelo de cara perfeito. As vezes perde o controle, ergue demais a voz e até saiu no braço com um estudante da Stone & Gold. Ele é discreto, misterioso, enigmático. É observador, esperto, genioso e tem uma mente capaz de maquinar qualquer coisa. É vingativo e orgulhoso, apesar de não ser arrogante. É bastante protetor para com sua irmã mais nova. Quando tem intimidade com alguém, é brincalhão e engraçado.



B I O G R A F I A


Dia 04 de janeiro. Foxhall House foi tomada por um clima de festa que beirava o absurdo. Pessoas de todo o mundo iam chegando sem parar. Amigos, parentes próximos e distantes, todos vindos para a festa de boas vindas que se realizaria em boas vindas a mim. Fui o primeiro filho de Heather e August Delacroix e finalmente havia chegado. Segundo as fotos, fui um bebê de tamanho médio, com um monte de cabelos na cabeça e perninhas grossas. Nasci as 6:15h da noite. Minha mãe, uma descendente de americanos (e exagerada de um jeito que só ela sabe ser) fez meu pai encher o castelo de balões, fitas e musicas. Ah, e de pessoas também, é claro. Talvez seja por isso que nunca fui muito tímido. Sempre cercado de gente, desde o berço.

Nunca fui uma criança muito quieta, se é que você me entende. Enchia os ladrilhos brilhantes do castelo de pegadas de lama, quebrava um vaso caro por dia (em função de correr desesperadamente por todos os cantos, mesmo que eu não tivesse motivo pra isso ) e sempre dava um jeito de brincar com as armas e armaduras do meu rigosoro pai. Eu raramente ficava fora de alguma confusão. Acho que se ele não tivesse me cobrado tanto, eu agiria de forma diferente, seria mais passivo. Passar toda a sua vida ouvindo as pessoas te chamarem pelo titulo chega a ser extremamente irritante. É como se você próprio tivesse esquecendo o seu próprio nome. Vossa graça, Vossa Alteza, Principe, o Principe de Foxhall. Ah, vão pro inferno.Ter luxo e atenção é bom pra caramba, mas tudo em excesso se torna enjoativo. Então eu só cansei.

Quando tinha quatorze anos, me apaixonei perdidamente pela criada de minha irmã mais nova Sammantha. Ela se chamava Elise e tinha os olhos mais lindos que eu já tinha visto. E, er... era quatro anos mais velha que eu. Bem, não vou dizer que foi fácil conseguir persuadi-la do meu amor ( que estava mais para uma vaga inclinação física, hoje percebo), mas dei um jeito e consegui. Fiz juras inacabáveis e estava realmente disposto (para desgosto completo de meu pai) a torná-la mais do que uma simples criada. Pelo menos até o dia em que eu dei de cara com ela no maior amasso com o jardineiro. E fim.
Não, não acabou por aí. Uma coisa que aprendi sendo filho de August Delacroix é... vingança. Eu fiz drama como qualquer moleque. Mas também fiz meu pai demiti-la e certificar-se de que nem uma outra família de bem a aceitasse em sua casa. Meu pai adorou isso, bateu no meu ombro e me congratulou por ter visto a interesseira que ela estava sendo. Mas só de vê-lo feliz daquele jeito me fez querer mudar de idéia. Hoje acho que fui um exagero da minha parte, mas não vem ao caso.

Tenho o orgulho de dizer, entretanto, que não sou muito parecido com meu pai. Insensível, calculista, rigoroso, rude... isso é ele. Posso parecer ser, mas não sou August. Nos meus anos de pré-juventude, criei voz. Já não ficava calado quando deveria, desobedecia-o e o contrariava todo o tempo. Isso porque sempre achei que ele não merecia o meu respeito. Que me criou bem, ele me criou e eu não nego. A melhor educação, os bons modos, o conhecimento... Entretanto, eram raras as vezes que eu o via; e isso ainda persiste hoje. Em um certo dia, toda a afeição ou resquício de respeito que eu ainda possuía por ele se esvaiu instantaneamente quando ele, ousado, me levou em um bordel freqüentado apenas pela alta sociedade. Ele pouco se lixou se estava ficando com aquelas mulheres nojentas bem diante dos meu olhos chocados. Disse que nós homens, somos e devemos agir assim. Imbecil. Lembro que dei as costas e fui pra casa contar tudo para mim mãe, como uma criança traída. Há, como se ela já não soubesse de tudo. Sinceramente, nunca consegui entender a cabeça fria dela diante de todas aquelas traições. E creio que não vou entender nunca. Duvido cabalmente que o espírito aventureiro e descontrolado de Sammantha a deixe subordinada a algo assim. Ela nunca vai querer se casar por escolha de meus pais. Sempre fui bem pior que eu com relação a tudo. É mais apegada com meu pai, a menininha dos olhos. Mas também sabe como lidar com ele e diz na cara dele o tipo de homem que é. Se um dia eu fizer isso, sei que vou sair no murro com o velho, então: impossível.


ROYALITY SOUTH ISLAND

É um legado de família. Os Delaxroix, de todas as gerações, estudaram e se formaram nessa ilha. Acho que o nome que eu mais ouvi na vida (Além de Príncipe) foi Joan Pierre Lacroix, o fundador da Order Society Rose & Grave, a mais polemica. Sempre gostei da idéia de me encaixar nisso. Eu não tinha como fugir, se quer saber. Sabia que iria pertencer a essa Irmandade desde que aprendi a assimilar frases e outra coisa que assimilei bem cedo é que eu ia ser monitor. Meu primeiro dia na escola foi... glorioso. Não por causa do luxo (que eu já tinha em casa, é válido ressaltar), mas por causa da liberdade. É, sei que poucas coisas passam pelos olhos atentos do Conselho da RSI, mas só de me ver tão longe de meu pai, me senti livre, mais desinibido ainda. Sei lá, acho que mais feliz também. No Segundo ano, assumi a “diretoria” da Rose & grave. Sempre me orgulhei disso, terei meu nome na lista dos Delacroix que monitoraram a melhor irmandade da RSI. Cara... eu gosto disso.

Atualmente comecei o curso de Diplomacia na RSI. Raramente vou pra casa nas férias. A falta da minha mãe eu sempre senti, e continuo sentindo; mas dou um jeito de vê-la, mesmo que não seja em “casa”. Prefiro me meter em algum avião e ir conhecer uma outra parte do mundo que eu ainda não tenha visitado. Eu sou o amigo perfeito para os pais dos meus amigos; quem não gosta que seus filhos se relacionem com um príncipe? Muitos dos meus amigos moram em partes diferentes do globo, então os sigo, com ou sem a permissão do meu pai. Sammantha não costuma me seguir nessas ‘aventuras’, mas sempre arranja algo absurdo pra fazer. A palavra “absurdo” reflete bem o que ela é. Se não fosse uma Delacroix, e uma Princesa, provavelmente já teria sido expulsa. E eu já teria convencido meu pai a mandá-la de volta pra casa se não a amasse tanto e entendesse o sentido da liberdade pra ela também. O fato é que as pessoas tem que saber viver aqui. Com quem andar, com quem se relacionar. E bem... modéstia a parte, eu sou um mestre nisso.
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Qua Set 30, 2009 2:56 pm

Biografias Aceitas
Ranks Definidos ^^

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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Qua Set 30, 2009 5:45 pm

Dados do Player:

Citação :
Nome: Hannah
E-mail: british.candy@yahoo.com
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) ^
Tem outro personagem no jogo? Holly Wood (P&P)


Dados do Personagem:


Nome: Chanelle Madelaine Conway
Idade: 17 anos
Data de Nascimento: 4 de julho
Local de Origem: Inglaterra.
Artista Utilizado: Blake Lively

Características Físicas: Tem os cabelos lindos, bem cuidados, sedosos, e de uma cor invejável caramelada, e são levemente ondulados. Tem uma pela macia e aveludada e os olhos azuis claros. Mas, se você pensa que é tudo de nascença, pensou errado. Chanelle não deixa de cuidar de seu corpo, pela e cabelo por nem um segundo. Alta, e fica muito mais quando usa seus inseparáveis Luis Vuitton.

Características Psicológicas: vaidosa, extremamente consumidora, aproveitadora, oportunista, popular, petulante, fofoqueira, tenta ter um grande senso de "hegemonia" na família. Ela possui um grande senso de estratégia e usa suas habilidades para seus interesses, envolvendo intriga e mentiras complexas. Dona de uma inteligência impressionante, a garota manipula todos ao seu redor, sendo familiares, seus pais, seu prima, namorados e até amigos. Gosta de chamar atenção, e quanto mais consegue, melhor. Adora ter tudo o que quer e tem um certo preconceito com pessoas de outros chateaux. Uma ótima atriz. Ela mente e atua tão bem que as vezes até ela mesmo acredita. Suas cores preferidas são vermelho, roxo e azul.

Biography



Era sete horas da noite. Eu estava desesperada, e minha prima com os olhos arregalados, ainda assustada com o choque que acabara de presenciar. A faca tinha entortado quando caiu no chão, e quase que por sorte, não tinha acertado ela. Quer dizer, pela sorte dela.
- Sua ridícula! - gritei. Estávamos sozinhas em casa, e não tinha nem mesmo a babá. Era só isso que me salvava naquela momento.
- Admita que você tem inveja de mim. - ela deu um sorriso sarcástico. Ah claro, aquela idiota só queria me deixar com raiva.

Desde que eu era pequena, criança, uns 4 anos, ela sempre quis me "destruir". A sua existência é tão insignificante, que meus pais reparam nela até demais. Tá, meus pais, meus tolos pais, querem passar as ações da família pertencentes a nossa família para Libertine. Por trás daquela pela branquinha, tem um monstro que só quer ver sua prima mais nova morrer de pouco em pouco sem dinheiro. Só eu sei o que Libertine realmente é. É um leão na pela de um gatinho.

- CALA A BOCA! - eu gritei, fechei meu olhos e ataquei o que estava mais perto de mim: um copo de vidro. Aquilo quebrou na cabeça de Libertine e só pude ver o resto de sangue no chão. Ela sorriu pra mim, exatamente na hora que ouvimos a porta rangir. Era meus pais, certeza. E ela ia me ferrar. Eu chorei desesperadamente para ela se jogar na banheira e lavar o rosto, mas é claro; ela permaneceu no chão, lá, rindo, até meus pais depararem com: uma menininha com chiquinhas no cabelo, olhando com os olhos vermelhos de tanto chorar, e uma crápula menina no chão, com um corte enorme na testa e no chão de mármore cheio de cacos de vidro. Minha mãe me afastou de Libertine e urgentemente chamou um médico enquanto eu fiquei trancada no quarto, chorando, e tentando inventar uma história convincente.  

Minha mãe me chamou para contar o que houve. Bem, de certo modo, ela tinha me irritado, e dai eu fiquei com muita raiva. Mas... não, ela não me empurrou, e não, não o empurrei em cima da mesa de copos para me defender. Meu prima não tinha aberto a boca pra desmentir, mas não confirmou. Minha mãe me fez desculpar para ela e ela aceitou as desculpas com escárnio. Aquela cretina, ainda teve a hipocrisia de falar "Se for pra acabar assim, não vou te empurrar mais".

Desde esse dia, ela é meu karma.

Eu sempre tive o que eu sempre quis, e se eu não tivesse, eu ia atrás disso, passaria por cima de um milhão de garotas e garotos por causa disso. As vezes, ser duquesa é um trabalho difícil, ainda mais quando algumas pessoas querem tirar o seu título. Ou quando seus pais acreditam que você não tem jeito. Ou quando você gasta mais dinheiro fazendo compras em grifes do que qualquer outra coisa. Mas diferente do que eles pensam, eu sei muito de economia.

Era 4 de julho, e era meu aniversário de 15 anos. Foi totalmente privado, em Amsderdã, em Soestdijk. Meus pais não participaram, e foi melhor para mim, pois conheci muitas pessoas; Meu vestido foi lindo, mesmo. Ele era todo vermelho tomate, com lindos babados e fitas prateadas, um vestido desenhado por, claro, moi. Meus sapatos era de cristal, e tinha um lindo colar de diamantes e rubis, e mais e mais anéis. Meus cabelos estavam lindos, loiros, leves e soltos. Eu era a estrela, como sempre.

Tive tudo que uma garota normal - visando que eu não sou, ok - sonharia em um dia, se fosse uma princesa, teria. Posso não ser princesa, mas sou uma duquesa que nunca perde o momento. Aliás, se não fosse por... minha relação com Gustave - o monitor da Rose&Grave, minha irmandade na RSI (Roy era a Royality South Island. Uma escola para pessoas importantes, ricas, e que não sabiam o significado de simplicidade.) - ter se desmanchado, eu seria uma bela rainha de Foxhall, não? Aliás, seria a melhor, mais bonita e a mais bondosa.
Na festa, também conheci Éris, arquiduquesa da Áustria. Ela é muito bonita, mas não mais do que eu.
É um girassol, mas ao lado de uma rosa como eu, não tem comparações.

Sabe quando você se sente a pessoa mais importante do mundo? Como eu estava me sentindo aquele dia.

Minha vida estava indo de vento em polpa. Estava perfeita. Meu mundo estava estabilizado.
Não, não.
Como SEMPRE, minha prima Libertine tinha ido passar as férias de verão na nossa casa de praia em Saint Tropez. Quando cheguei, vi ela agarrada com meu primo de terceiro grau. AHG. O pior é que ele era lindo demais. Pronto.
- Não sei o motivo de ainda se fazer de santa. - disse, quando ele subiu correndo para trocar de roupa. Ou melhor, para colocá-las.
- Pelo mesmo motivo que o seu. - ela revirou os olhos, e sorriu. Aquele sorriso que ela me deu quando era pequena. Aquele sorriso que dá vontade de você atacar não só um copo como uma jarra de vidro. Eu queria espancá-la até a morte.

Neste momento, Libertine começou a gritar, dizendo que não entendia porque ela não era a herdeira dos Conway. Porque ela não era duquesa, e sim marquesa. Porque ela não tinha uma vida de rainha como a minha. Estava certa que essa inveja era forte, mas não que a mágoa dela era forte também. Ela fez como eu, quando pequena. Atacou uma taça de vidro francês em mim. Mas, rápido como um gatilho, lá estava ele, dando uma pose de machão, e faz o copo acertá-lo. Não sei da onde ele tinha surgido, e além do mais, nem queria saber. Eu ri em saber que Romeo estava me protegendo, e pela primeira vez, me senti realmente protegida.

Mas claro, sempre há o lado negro da força.

Libertine parecia que teve uma explosão de raiva, de ódio, de rancor, e partiu pra cima de mim. Romeo apartou a briga, e convenceu que não valia a pena me machucar. Que isso só traria problemas. Ela ficou chocada com as palavras e saiu da casa. Eu ri, ainda fingindo choque. Ele disse que ia ficar tudo bem. Mas, ia ficar tudo bem? Ele foi o único que me protegeu quando eu precisava.
Voltei pra casa, com ele. Libertine não tinha voltado pra casa em três dias, mas mesmo assim, estávamos já na Inglaterra quando ela me ligou dizendo que a casa estava fechada. Eu devia ter rido, mas eu até senti pena dela. Ela disse que tinha dinheiro e tudo pra comprar a passagem.

Eu passava bastante tempo com Romeo, e ele decidiu ir pra Roy também.

Minha mãe aceitou a minha versão da história, e na de Romeo.
Então, estávamos nós...

Eu e Romeo indo para a RSI.

Ah sim, me aguarde.
Eu ainda vou ser uma princesa.
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Summer H. Windsor
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Sex Out 02, 2009 7:04 pm

# Player #

Nome: Lore
E-mail: lore_kf94@hotmail.com
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) lore_kf94@hotmail.com (MSN) e lore_kf94@yahoo.com.br (Y!M)
Tem outro personagem no jogo? Não.

# Personagem #


Nome: Summer Hiver Elizabeth Windsor-Hannover, Princesa de Gales e Duquesa de York, mas para você, é Sua Alteza Real.

Idade: 18 anos

Data de Nascimento: 31/07/1991

Local de Origem: Londres, Inglaterra

Artista Utilizado: Emilie de Ravin

Características Físicas: Possui olhos azuis, quase sempre inexpressivos, que sempre estão em contraste com sua pele clara e combinam perfeitamente com seus cabelos loiros, cacheados, que chegam praticamente até a cintura, tem a bochecha rosada e tenta manter um sorriso no rosto, Summer é alta e tem um corpo bem modelado, é uma menina meiga, mesmo que seus pensamentos, e não suas atitudes, não combinem muito com suas feições doces.

Características Psicológicas: Summer é o tipo de pessoa fechada simpática, para alguns é a perfeição em pessoa, para ela, é apenas mais uma pessoa fadada a viver o resto da vida governando um país, não que essa idéia não lhe agrade, o maior problema é a pressão que isso causa, tamanha pressão que a faz colocar sempre uma máscara quando está diante das pessoas, mas Sum não é a famosa “duas caras”, sua opinião ela defende até o fim, seja lá qual ela for, a única coisa que quase sempre se altera são suas emoções, porque ela pode passar de alegre como o verão, para uma pessoa fria como o inverno, ou estar sorridente e simpática entre as pessoas, enquanto seu olhar vaga longe, distante, e quase sempre inexpressivo, mas ela possui uma vivacidade incrível, que muitas vezes acaba ofuscando realmente seu olhar, o que sempre torna seus sentimentos mais reais, fazendo com que todos acreditem nela, mas ela realmente é uma pessoa educada, doce, vaidosa, inteligente, mesmo que algumas vezes ela prefira ficar quieta a ficar falando sobre qualquer assunto besta que sempre vem falar com ela nas reuniões, é uma líder nata, e realmente fica feliz por ser a mais velha, mesmo com toda a pressão, é uma pessoa persistente e vai atrás do que quer, não é do tipo que tem muito preconceito com quem está a sua volta, como é natural de seu chateau, e também como seu chateau, é um pouco temida, não que ela seja vingativa, pelo menos não é muito ou não é do conhecimento de todos, mas, sempre dizem que antes ser temida do que ser amada, mesmo que no caso dela os dois possam existir, e tem um ar meio misterioso também, nem mesmo na Royality South Island é a pessoa que realmente é, mesmo que lá ela seja um pouco mais relaxada, tendo mais tempo para pintar, algo que ela realmente gosta, e mesmo que lá a pressão seja reduzida a zero praticamente, todos os lugares tem ouvidos e atenção nunca é demais, mesmo que de vez em quando ela realmente faça algo que não poderia fazer, porque escondido é sempre melhor, mas como já falamos, ninguém nunca descobre mesmo. E no final das contas, ela acaba destruindo algo que ela realmente preza, deixa um pouco de lado sua liberdade de expressão e até mesmo suas prioridades, ou o que ela gosta de fazer, para aprender sempre mais a fundo como governar um país, e como manter sua imagem diante dele. Mas se algum dia você descobrir a forma que ela reage a pressão, nunca sinta pena dela, algo que Summer tem, e muito, é o orgulho, e não gosta de se sentir menor que os outros. E não deixe toda a educação de Summer te enganar, por mais que ela tente não sair da linha, quando ela está muito enfurecida é uma das pessoas mais frias e ríspidas que você terá o orgulho de conhecer. Sua relação com a irmã é um pouco conturbada, cheia de altos e baixos, mas, o que poderá provar que elas são irmãs, se algumas muitas brigas não ocorrerem casualmente? Mas apesar de tudo isso, Hiver a ama muito, e sempre estará ali por ela, mesmo que algumas brigas ocorram.

# Biografia #


Eu olhava para aquela menininha pequena, frágil e que parecia ser tão indefesa, com os olhinhos brilhando, era a primeira vez que eu via uma boneca ganhar vida, porque isso que era ela, uma pequena boneca, com bochechas rosadas e os olhos castanhos, estendia meus pequenos bracinhos e pedia para pegá-la, mas não me deixavam, diziam que eu não agüentaria, e eu só ficava olhando de perto, a cada movimento que ela dava, eu abria um sorriso, eu me sentia a pessoa mais orgulhosa do mundo, mesmo não sabendo com dois anos de idade o que era orgulho, por ser uma irmã e por ter uma irmã como aquela, eu me esforçaria ao máximo possível para ser a melhor, mesmo que isso exigisse muito de mim.

Com o tempo eu viria a descobrir que eu teria que me esforçar, sim, para ser a melhor, mas em outras áreas. Não tem aquela velha história que com grandes poderes, grandes responsabilidades viriam? Só que comigo é que com grandes nomes, grandes responsabilidades vêm. Mas, eu não reclamo, eu gosto de ser a mais velha, eu gosto de ser a que tem, e terá, o poder, mesmo que isso altere toda a minha vida, e quase toda a minha forma de agir na frente de algumas pessoas, mas, eu não me sinto uma pessoa falsa, eu só oculto alguns fatos das pessoas, quase sempre eu sou sincera em relação a minha opinião, mas quase nunca em relação ao meu estado de ânimo.

Foi o cargo de poder de maior importância na Inglaterra que mudou praticamente toda a minha vida, não só a minha. Eu e minha irmã, Violy, crescemos cercadas por uma extrema proteção, algumas coisas estranhas realmente aconteciam a algumas pessoas do parlamento, fazendo assim com que a segurança em torno de nós duas só crescesse e crescesse, mas isso não deixou nossos pais como os conservadores nobres de hoje, eles só nos protegiam mais, mas nunca tentaram nos impor casamentos ou coisas assim, o que realmente é uma sorte deles, porque eu posso fazer várias coisas para manter a imagem desse país a melhor possível, mas não me submeteria a isso.

E acho que eles sabem disso.

Eles não são os piores pais do mundo, mas tem suas preferidas, papai sempre gostou mais de Violy, e mamãe mais de mim, algo que eu realmente não entendo, nunca fui fã de algumas roupas com babados que minha mãe traz para mim, nem Violy para falar a verdade, ainda me lembro de um dia que eu quase chinguei minha mãe por me trazer roupas assim, mas alguém tinha que abrir os olhos dela que a menininha dela tinha crescido, foi quase como um choque a época, eu pude perceber pelo olhar dela que ela não tinha gostado muito, mas como a boa rainha que ela é, ela soube esconder muito bem isso, sempre guardando as preocupações para ela e para papai.

Uma pena que não tenham conseguido esconder de mim uma das maiores preocupações deles, a segurança das princesas de Gales. Eu sei, um assunto já falado aqui, mas isso realmente atingiu proporções que eu não esperava, não é fácil para ninguém descobrir que cada passo em falso pode ser um minuto a menos de vida, não era fácil esconder isso das pessoas, não, das pessoas não, mas das pessoas que importam, que no caso era Aileen.

Foi nessa época que eu deixei de fazer ballet clássico e fui para pintura, uma forma de me expressar que eu realmente gostava, cada linha que eu traçava era um desabafo, cada risco ou cor que eu colocava, era a minha vida que ganhava mais ânimo, foi também nessa época que eu descobri que eu poderia ser simpática e educada, mas ser fechada quando bem quisesse, foi aí também que eu decidi que Summer era nome de princesa sim, mas de uma princesa criança, porque quando ela crescesse Hiver combinaria mais, não que não me chamem mais de Summer, me chamam, mas algumas pessoas só me chamam de Hiver, pessoas essas que podem saber, ou somente desconfiar que inverno realmente combina mais comigo.

Outra descoberta minha, ou somente algo que eles queriam que eu descobrisse foi a Royality South Island, um lugar onde supostamente ficaríamos mais protegidos, uma escola para filhos de nobres, uma escola para proteção, que só não lhe protege de uma coisa: nós mesmos, afinal, podem não saber quem realmente somos fora dali, mas o preconceito ainda paira ali, e como dizem, é a verdadeira selva, mas eu gosto de lá, eu posso me sentir um pouco mais livre, mesmo sabendo que ainda teria que esconder algumas coisas ali, mas eu já estou acostumada com isso.

Tão acostumada que minha irmandade não poderia ser melhor, acabei indo para Rose&Grave, um chateau temido, e de certa forma misterioso, não posso dizer que seja temida, talvez só pelo fato de ser dessa irmandade eu possa ser temida, mas misteriosa eu realmente sei ser, não conheço ninguém que me conheça como eu realmente sou, tirando aquele menino da...bom, ele não estuda mais lá, realmente não conta. Mas eu me sinto mais solta quando estou na Rose&Grave, me sinto mais a vontade para conversar com as pessoas, e com aquele gato do monitor também, apesar que lá eu também seja um pouco, hm, é, lá eu também sou quase, só quase a mesma Sum de sempre.

Mas deixe o álcool subir a minha cabeça...

Ah sim, ainda falta algo sobre a minha vida que eu acabei preferindo deixar por último.

Sua Alteza Real Violet Aileen Rebecca Windsor-Hannover. Sim, aquela pequena boneca que eu tanto me orgulhava, e aliás, ainda me orgulho e muito, sempre faz o que acha melhor, sem medir esforços, o que eu admiro muito nela, e ao mesmo tempo fico feliz que não seja ela a herdeira do trono, porque se fosse, ela não poderia fazer tudo isso, ah sim, ela poderia, mas sofreria mais do que simples broncas...
O maior choque foi quando eu vi ela aceitando ir para a Roy, eu fiquei boquiaberta, foi quando eu percebi que minha pequena boneca tinha crescido, e que eu nunca tinha sido a melhor irmã que eu tanto me esforçaria para ser, porque eu sempre me ocupei com outras prioridades. Por conta disso nossa relação nunca foi das melhores, aparentemente somos quase opostas, o que gera muitas brigas, mas, ainda temos muito tempo para nos aturarmos.

-Pronta para a selva, Aileen?

E lá vamos nós, novamente.

#
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Sab Out 03, 2009 10:42 pm

Aceitas, meninas.
Podem começar a jogar.

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Daniel Cartwright
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Dom Out 04, 2009 5:13 pm

Player

Nome: Luli *-*
E-mail: whaat.the.hell@hotmail.com
Personagens: Violy Windsor, P&P, Juliet Crawford, B&C.


Character


Nome: Daniel Marcus Cartwright, Duque de Gloucester.
Idade: 17
Data de Nascimento: 10/5/1992
Local de Origem: Gloucester, Inglaterra :}
Artista Utilizado: Oliver Goodwill
Características Físicas: cabelos escuros, eternamente bagunçados, e olhos claros que mudam do azul para o verde dependendo da luz. Físico esbelto e corpo musculoso. Pele pálida.
Características Psicológicas: Dan é fechado e meio introspectivo. Super inteligente, principalmente na área de exatas. O moreno também adora esportes e ouvir música. É gentil e educado, mas extremamente sarcástico e irônico. Preza a lealdade, e é muito cabeça dura. Apesar de ser o herdeiro de seu pai, não liga para o título que tem, e um de seus hobbies preferidos é andar pela capital inglesa como se fosse um jovem comum. Adora as primas – e Princesas da Inglaterra – sendo mais próximo de Violet, a quem ele ensinou a jogar videogame e a desprezar a Coroa. Amante do ar livre e livros. Viciado em café, não começa o dia sem uma xícara. Orgulhoso, prepotente e teimoso, dificilmente dá o braço a torcer, mas sabe qual a hora de ceder.



Biography


Décimo Duque de Gloucester. Sr. Cartwright. Sua Alteza Daniel Marcus Cartwright. Daniel. Daniel Marcus! Dan.

Nascido num chuvoso dia de maio, o de mil-e-um nomes acima veio ao mundo, fazendo a sra. Cartwright quase falecer. Excluindo-se isso, fora o primeiro menino Cartwright em anos, fazendo com o que o nono duque ficasse nas nuvens. Cartwright pai sempre quis ter um filho, mas sua esposa tinha escolhido não descobrir o sexo do bebê antes da hora. Daphne Cartwright afirmava que a surpresa era a graça da gravidez, e bateu o pé, decorando o quarto do bebê de um amarelo claro. Porque, realmente, amarelo é uma cor unissex.

Depois de anunciado que o herdeiro era, de fato, um saudável menino de cabelos escuros como a noite, pesando 3,5 kg e medindo 50 cm, Alistair Cartwright pintou o quarto do filho de azul-bebê. Entre mudanças de cores e compras de roupas masculinas, a sra. Cartwright teve de instalar o mais novo membro da família no quarto ao lado do seu, para que o cheiro forte da tinta não afetasse o pequeno.

Daniel cresceu como todos esperavam: saudavelmente. O menino levado de bochechas rosadas vivia aprontando na mansão da família, quebrando vasos, sujando as paredes, respondendo os mais velhos. Desde pequeno, ele nunca levou desaforo para casa, o que lhe rendeu umas boas palmadas. Não mostrava respeito para com ninguém, a não ser para com os pais e os tios. Mais de uma vez, foi levado ao quarto pela babá, debaixo de ameaças do pai quando abria sua sincera boca de criança, em jantares com duques, condes e marqueses.

Até que um dia, quando estava com oito anos, ele conheceu alguém com um espírito tão indomável quanto o dele. Sua prima mais nova, Violet, na época com sete anos era uma baita de uma inconveniente. E a moreninha não se importava com puxões de orelhas, ela não calava sua boca por nada no mundo. Summer, a mais velha, só falava quando era chamada, e sempre era agradável. A diferença entre as duas irmãs era tangível, e ele logo se apegou às primas. Ensinou Violy a jogar no PlayStation, e Summer à tocar “Parabéns A Você” no piano. Nos anos seguintes, eles sempre se reuniam nos feriados mais significativos e brincavam, felizes. Até que Summer cresceu, e não se interessou mais por, como ela dizia, “coisas de criança”.

Ele não sentiu muita falta da prima mais velha, mas Violet parecia ultrajada com a atitude da irmã. Então, os anos passaram, até que um dia, quando o moreno completava quinze anos – nem faz tanto tempo assim – o Sr. Cartwright anunciou que o mandaria para o mesmo colégio de Summer, a Royality High School. O moreno nem protestou. Sabia que, mais cedo ou mais tarde, seria despachado para a ilha, por causa do seu título e do perigo que acometia os nobres.

E ele, claro, era um nobre. Se todos os Windsor-Hannover morressem – isso incluía suas primas e seus tios, Alice e William – ele seria o futuro rei da Inglaterra. Silenciosamente, ele orava para que isso nunca acontecesse, porque governar nunca foi seu objetivo. O moreno sempre quis ser um garoto comum; gostaria de ir para uma escola comum, fazer coisas comuns. Mas ele deu a sorte de nascer numa das famílias mais tradicionais da Europa e lá estava, num avião, sendo mandado para um colégio interno cheio até o teto de esnobes e petulantes nobres e filhos-de-papai.

Mas ele não daria o braço a torcer tão facilmente. Sim, foi para a Royality, entrando inclusive na mesma Irmandade de Summer, mas constantemente dá suas escapulidas para Londres e cidades adjacentes, para viver, como sua mãe diz, em tom de censura, “como um plebeu”.


Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Ter Out 06, 2009 4:28 pm

Olá querido, está aceito,

Seja Bem Vindo a Rose & Grave
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Éris Henriette Galitzine
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Idade : 26

MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Qui Out 08, 2009 7:54 pm

[P L A Y E R]

Nome: cream Very Happy
E-mail: cream.osa@hotmail.com
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) acima~
Tem outro personagem no jogo? Sim, Alexandra Montgomery

[P E R S O N A G E M]

Nome: Éris Henriette Marine Ceridwen Galitzine;
Idade: Dezessete;
Data de Nascimento: Oito de Julho de 1992;
Local de Origem: Castelo Betzdorf, oeste de Luxemburgo;
Artista Utilizado: Haley Bennett;
Características Físicas: Altura mediana, magra e esguia, com pernas longas. Não tem a pele nem muito bronzeada ou branca. Rosto delicado, quadrado e com proporções pequenas, mas sorriso estimulador. Por sempre ter tido aulas de etiqueta, tem a postura perfeita. Mãos e pés grandes, bochechas rosadas e cabelos e olhos claros. Faz academia quando tem algum tempo livre, portanto é mais forte e felxível que aparenta.
Características Psicológicas: Persuasiva, sarcástica e tranquila, Éris é exatamente o tipo de pessoa que te irrita. Mas não irrita pouco, ela gosta de irritar muito. Tem noção de seus limites, mas é simplesmente louca para quebrá-los, de modo que é imprevisível até mesmo para sua própria mãe. Independente, gosta dos luxos que seu título te traz, mas ao mesmo tempo não gosta do fato de saber que algum dia vai ter que levar um país à frente, por saber que isso é bem trabalhoso. É aberta para poucas pessoas, não tem medo de subornar e é uma extrategista nata. Gosta de viver na adrenalina, como se fosse o último dia de sua vida, portanto se cansa rapidamente das coisas ao seu redor (isso inclui desde a cor de sua suíte até seu mais recente namorado). Auto-estima tremendamente alta, inteligente, orgulhosa e às vezes irônica, sendo quase nunca altruísta.

Biografia:

Onze de Maio de 2009, três da manhã na cozinha da ala leste do Castelo Betzdorf.

"Nascida em um oito de julho nublado no Castelo Betzdorf à oeste de Luxemburgo, a Sua Alteza Imperial e Real, Arquiduquesa Éris da Áustria é um bebê totalmente saudável, pesando exatamente três quilos e meio e tendo trinta centímetros de altura.
A Sua Alteza Imperial e Real, Arquiduquesa Marie-Christina da Áustria entrou em trabalho de parto às três da madrugada do dia oito e sua filha nasceu doze horas depois, recebendo o nome Éris, da deusa grega da discórdia, em homenagem à irmã mais velha da Arquiduquesa Marie-Christina, que morrera em um acidente inexplicável na década de setenta, o nome Henriette em homenagem à sua avó materna e Marine em homenagem à sua avó paterna.
Filha da Arquiduquesa Marie-Christina e do Arquiduque Consorte Kaleb, tendo até o momento nenhum irmão ou irmã, a pergunta do momento é: será que a terceira geração de mulheres da família imperial não foi a última? E será que Sua Alteza Imperial e Real, Arquiduquesa Éris Henriette Marine Ceridwen Galitzine da Áustria vai reinar?"

- Porquê diabos essa gente é assim, Joanne? - perguntei à minha cozinheira predileta da cozinha do Hofburg Palace. Eu estava lendo aquele jornal velho enquanto ela fritava batatas no fogão industrial.
- Ora, e você me vem perguntar isso? - ela perguntou, balançando a cabeça com seus cabelos ruivos presos em um coque balançando em harmonia. Eram cacheadinhos e macios. - Eu só faço seus hambúrgueres, Éris.
Revirei os olhos.
Era verdade, mas ela continuava sendo mais próxima de mim do que minha mãe, porque Joanne eu posso acordar de madrugada para me fazer hambúrgeres. Já minha mãe nunca ligou um fogão na vida.
Por exemplo: agora mesmo, Joanne está fritando batatas com um robe e um avental (tá, é brega, mas é bem Joanne) e eu estou com meus pijamas de flanela prediletos, apesar de furados. Ela já até me perguntou se eu era pobre uma vez, e eu nem precisei realmente de responder isso, porque é como perguntar para um bissexual: "Você fica com mulher?". Então, duh.
- É, mas você conhece o povão. - eu disse, sendo totalmente honesta - Então diga-me, Jo, porquê eles são assim? Amam escrever sobre a minha vida?
Joanne bufou e colocou as batatas em um prato e na minha frente. Eu estava sentada no balcão da cozinha e ela estava em pé perto do fugão.
- Você é um exemplo. - ela disse enquanto eu comia as batatas a fitando. - Você não pode se embebedar por aí porquê incentivará outras garotas à fazer o mesmo. Sabe aquele seu terninho da Dolce&Gabanna?
Sorri e acenei positivamente com a cabeça.
Aquele terninho era o céu das roupas.
- Que você usou no encontro do Obama? - ela perguntou novamente para ver se eu realmente me lembrava.
Foi aí que me lembrei que Joanne gosta de respostas faladas.
- Me lembro. - eu disse, revirando os olhos - O que tem ele?
Jo sorriu e se sentou na minha frente.
- Já me cansei de ver ele nas ruas. - ela disse, sorrindo torto.
- Mas é edição limitada. - eu disse, com as sombrancelahs juntas.
- E daí? - ela perguntou, gozando de mim - Para isso que servem boas costureiras: copiar.
Apoiei o cotovelo esquerdo na mesa e a mão no rosto, em posição de tédio e cansaço.
- E lembra quando você pintou seu cabelo de azul com aquele spray? Quando você passou da quarta série? - ela me perguntou.
- Claro, meu cabelo virou uma lixa na semana seguinte.
- Então, na mesma época, "A" celebração de quando se passa de ano foi pintar o cabelo.
Fiz uma careta desanimada e chocada.
- Essa gente não tem criatividade? - perguntei.
- Não, para criatividade existe seus cabeleireiros, manicuires, estilistas...
- Entendi, Jo. - eu disse, a cortando antes que falasse também "COZINHEIRAS BOAZINHAS QUE FAZ VOCÊ CABER NAS ROUPAS DOS ESTILISTAS, SEU CABELO FICAR MACIO PARA O CABELEREIRO E ETC ETC ETC".
- Bom, acho que já vou dormir. - ela disse, sorrindo e se curvando - Boa noite, Vossa Alteza Impe...
- Vá para o inferno, Jo. - eu disse. Ela sabia que aquela coisa toda me irritava pra caramba.

Dezessete de Julho de 2009, duas da tarde na saída da Academia Maria Teresa da Áustria.

Eu sempre saía um tempo mais cedo do que o resto da sala, sabe, porquê eu não era o resto da sala.
Eu não gostava da AMTA. Digo, a Maria Teresa era mãe da Maria Antonieta.
Nunca gostei nem da Kirsten Dunst OU da Maria Antonieta. Ela parecia tão... albina.
Tipo, oi, para isso que o Caribe serve.
De qualquer forma, era um dia totalmente normal e tedioso no qual eu fui seguida por um segurança tipo, o tempo todo de menos no banheiro, porquê lá Meg (uma amiga minha que sempre passa por um detector de metais, sim, ela deve realmente me amar) faz questão de me acompanhar lá.
Eu estava com Armário I e Armário II sentada (eles estavam em pé atrás de mim calados) na escadaria da entrada principal da escola enquanto Armário III ligava para o motorista e o Armário IV estava mijando no banheiro masculino do primeiro andar.
- O quê aconteceu? - perguntei para o Armário I. Tipo, ele era muito gato, era tipo o James de "A Filha do Presidente". Como eu amo a coleção de DVD's de Betzdorf.
Ele olhou para mim e depois voltou o olhar para frente.
- O trânsito está horrível, Vossa Alteza.
Revirei os olhos e me levantei, limpando a saia grafite da AMTA.
- Daqui há três minutos os alunos vão sair, vocês sabem. - eu disse, olhando os seguranças.
- Oliver - qual presumi ser o Armário IV, o mijão - foi avisar a diretoria para atrasar a saída, Vossa Alteza.
- Porquê não foi direto sala em sala? - eu perguntei - Ou vídeo-conferência? Nas salas têm TV's de plasma, vocês já viram.
Armário I coçou a garganta, como se estivesse incomodado.
- Não pensamos nisso, Vossa Alteza. - ele respondeu.
Ah, dane-se. Que diferença faria?
Dei de ombros, tipo como se falasse "Ok".
Oh, precisaria ligar para Chanelle depois, com toda a certeza do mundo.
Tipo, tem esse carinha muito lindo que acho que é meu primo e panz, ele é tipo MUITO...
Um sininho fininho e chato tocou.
- O sinal. - eu disse para mim mesma.
A porta principal abriu em uma rapidez inacreditável e saíram dezenas de alunos ao mesmo tempo, me arrastando para longe sem querendo ou me reconhecendo enquanto eu gritava "Me soltem, esperem!" e me controlando para não dizer palavrões.
Estava no meio daquele monte de estudantes e percebi que não estava vendo meus seguranças.
Nenhum armário por perto.
E isso me assustou, porque a primeira coisa que me lembro de ter aprendido foi "Se você não vê uma pessoa, ela não te vê também".
- Mas que...
Outro estouro.
Mas esse agora foi menos fino, mas mais agudo, rude, e assustador.
Muito mais perigoso.
Todos se abaixaram rapidamente e eu só olhei na direção do tiro depois de uma reação rápida de me ejoelhar no chão e tampar os ouvidos.
O que vi na direção do tiro?
Um garoto rindo alto e suando frio. A arma tremia em suas mãos.
- Até mais, princesinha. - ele disse e seu dedo começou a pressionar o gatilho.
Foi aí que fui jogada no chão de esquerda como se fosse um jogador de futebol americano com uma bola na mão.
Infelizmente, só tinha livros nas minhas mãos, que voaram longe, aliás.
A reação primária dos seguranças foi atirar no garoto, que estava na minha turma de Álgebra II. Philip... Alguma coisa do gênero.
Bolsista.
O Armário I, que tinha pulado emcima de mim, me levou correndo no colo para o carro que finalmente tinha chegado.
Antes tarde que nunca.
Eu tremia, suava frio e só percebi na hora que entrei dentro do carro que eu chorava - pior que uma criança.
- Não sou princesinha, seu geniozinho filho da...

Mesmo dia, cinco da tarde no gabinete da Arquiduquesa Marie-Christina no Castelo Betzdorf.

- Éris! Oh, minha querida. - mamãe disse me abraçando pela milésima vez depois de parabenizar pela centésima os seguranças e ao mesmo tempo os repreender. Mamãe Multiuso.
- Mamãe, você que vai me matar daqui há pouco. - eu disse, ficando sem ar por causa da força de seu abraço.
Filhas únicas sofrem, vocês sabem.
Mamãe me soltou e olhou em meus olhos - que herdei dela, aliás - e vi que estava prestes a chorar.
Estávamos ambas em pé e mesmo sendo mais baixinha que eu, aquela mulher era pequenina e linda e tinha uma postura que indicava elegância e refinamento e uma beleza certamente nobre.
Eu, já tenho cara de - honestamente - "MOLEQUE, VOLTA AQUI, SUA PESTE!"
Mães de filhas únicas sofrem, vocês sabem.
- Éris Henriette Marine Ceridwen Habsburg Galitzine - ela disse de uma vez, coisa que eu honestamente não sei fazer respirar MUITO fundo antes - já chega.
Ergui as sombrancelhas.
Já chega o quê?
Ela pediu que os seguranças se retirassem e eles o fizeram, mas ficariam na porta com toda a certeza.
- Neste mesmo gabinete, Kat - a assistente de mamãe - me fala quantas ameaças terroristas recebemos por você.
Engoli seco.
Ugh, como eu odiava essa vida.
- Por dia, recebemos uma média de doze ameaças. - ela me olhou e pegou em minha mão. - Você sabe como uma mãe consegue conviver com isso? Não, você não sabe. E como Arquiduquesa deste país e uma das chefes desta família, simplesmente não posso permitir isso.
Meu estômago roncou alto, mas acho que mamãe estava ocupada demais se ouvindo falar. Estômago traidor.
Ela simplesmente amava a própria voz.
- Este não é o seu primeiro atentado - engoli seco novamente me lembrando dos outros. Teve um que o Armário Ian morreu. Me lembro do nome dele todos os dias. - ou será o último, então só vejo uma solução.
- Que seria...? - perguntei. Na verdade, estava com pressa para ligar para Chanel e comer um hambúguer caprichado de Joanne.
- Royality South Island - ela disse me entregandoum panfleto - é a saída mais plausível e...
RSI? A ROY? Chanelle estuda lá com o primo ou algum parente dela.
- Feito. - eu disse, estendendo a mão - Quando parto?
Mamãe pareceu meio chocada.
- O quê?
- Ué, só quero segurança.
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Sex Out 09, 2009 8:06 pm

Bio aceita! Está liberada pra jogar, bom divertimento! =)


Bem vinda a Rose & Grave
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Mia Thermopolis Rinaldi
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   Sex Jun 24, 2011 2:38 pm

• P L A Y E R

Nome: Rachel
E-mail: fairy02_fire@hotmail.com
Comunicadores (MSN, YM, AOL..) ^
Tem outro personagem no jogo? Haylie Lively e Katherine Connolly

• P E R S O N A G E M


Nome: Amelia Mignonette Grimaldi Thermopolis Rinaldi II
Idade: 19 Anos.
Data de Nascimento:
Local de Origem: Genovia
Artista Utilizado: Ashley Benson

Características Físicas: Com longos cabelos loiros e muito bem tratados - que dão muito orgulho a Mia -, esta também possui um lindo par de olhos azuis que já deixaram muitos perdidos por alguns segundos. Seu corpo é bem definido, com curvas que adoram ser exibidas, mas ainda assim Mia gostaria de mudar os ombros largos que cisma ter. Felizmente ela ganhou pernas grossas e seios satisfatórios para compensar. Não é muito alta, tendo mais ou menos 1.65 m. Porem, sempre busca disfarçar seu tamanho com altos saltos finos assinados por famosos estrangeiros. Adora usar roupas que mostrem seu corpo, embora saiba seu limite. Aqueles que podem ter a sorte e honra de ver seu corpo inteiro, precisam ter muita classe ou trabalhar duro, conseguindo no final ter um indiscutivel sucesso. Gosta de manter os exercícios em dia, desde que não suporta ficar controlando as calorias do que quer comer. Pratica alguns esportes por lazer, tornando seu corpo na medida certa e sem músculos - coisa que não lhe agrada.

Características Psicológicas: Filha de Mia Thermopolis, aprendeu desde cedo a nunca abaixar a cabeça para regras impostas pela sociedade. Seus pais lhe ensinaram a questionar tudo no mundo, criando bons argumentos para discordar do que não a faz sentir bem. A bela educação teve um efeito contrário na princesa. Esta, hoje, não aceita que outros digam o que vestir, o que fazer e de quem gostar. Costuma causar polêmicas com suas quebras de regras e chamar bastante atenção pelo fato de que é o oposto de seus pais, que são tão queridos e ótimos exemplos não só em seu país. Por outro lado, se comporta como uma verdadeira dama em festas elegantes, respeitando avidamente os mais velhos e fazendo amizade muito rapidamente com outros de sua idade - mesmo que estes nunca fossem permitidos de andar com ela além de tais festas. Sabe usar uma daquelas roupas ultrapassadas que escondem ou não favorecem suas curvas naturais, mesmo que odeie - digamos que seja uma troca de favores para com seus pais. Alguns anos atrás assumiu com uma foto tirada em uma festa, ser Bisexual. Não se importa com que as pessoas pensem dela e foi a responsavel pela liberação do casamento homosexual em seu país, assim como adoções ou filhos por inceminação dos mesmos.

• B I O G R A F I A


Amelia Mignonette Grimaldi Thermopolis Rinaldi II, princesa de Genovia. Tenho certeza que já ouviu essa frase alguma vez. Exceto pelo II no final. Eu sou a única filha da Rainha Amélia e do Rei Nicholas, que a pouco tempo tiveram mais uma boquinha rosada para alimentar. Felizmente, foi um menino dessa vez... Meu posto de princesa permanece intacto até a próxima Lua de Mel – quando os pais saem de viagem em família sem levar os filhos, parentes e nem animais de estimação, significa Lua de Mel. Não que eu esteja reclamando, claro. Foi divertido aproveitar um pouco da liberdade que recebi com a ausência de meus responsáveis. Está certo que mesmo com eles em casa eu consigo escapar e aproveitar todas as experiências que a vida tem a me dar, mas não vem ao caso agora.

Minha mãe foi a primeira monarca mulher a reinar sem a presença de um Rei. Depois de chegar à beira do altar, decidiu que não poderia deixar um casamento arranjado fazer parte da sua vida, não importando quão bom homem era aquele que estava a sua espera no altar. Ela sempre me ensinou a não ser controlada pela sociedade; não abaixar minha cabeça para qualquer regra imposta por tal, se eu tivesse um bom motivo para discordar. Ensinou-me, junto à meu pai, a questionar tudo... E isso me tornou o que sou hoje!

Ainda não tenho certeza se meus pais também acham que a educação que deram teve um efeito contrário em mim. Acredito que sim, e por isso que continuam tentando, com meu irmãozinho. O que posso dizer? Sou o tipo de garota que não concorda com regras sociais que me dizem o que devo ou não vestir, ou pior, do que devo ou não gostar, de como devo ou não sentir prazer. Sou do time aonde o ditado “O que é bonito é para ser mostrado” prevalece. O que eles acham? Que eu vou manter essas lindas e tão bem tratadas perninhas longe dos olhares mundiais? Que esses lindos e naturais seios não podem ao menos dar um gostinho aos nossos visinhos? Por que raios Deus me deu isso tudo tão fácil assim, então? É uma audácia esconder tuuudo isso. Por isso que eu mostro! Com limites, logicamente. Mas mostro!

Não demorou muito também, para assumir que minhas preferências sexuais tendiam para os dois lados, principalmente para o lado igual ao meu. Sempre fui muito fã daqueles corpos lindos que vemos nas revistas, televisões, vídeos... Até que percebi não ser inveja, e sim desejo. Esperei o momento certo e BAM, a próxima notícia dizia mais uma das regras que eu acabara de quebrar. Dar selinhos em amigas não parece ser um ato muito comum em Genovia, imagina só!

Royality South Island, uma escola Real para Princesas e Príncipes. Nunca tinha ouvido falar, mas fiquei animada com a idéia de poder estudar em uma escola. Foi uma coisa que sempre invejei em filmes, livros, ou nos simples habitantes de meu país. Nunca tive a chance de estudar com outros, logo que nasci Princesa. Achava injusto meus pais terem tido essa oportunidade e sempre briguei por isso. Bom, novamente funcionou! Estou ansiosa para quebrar mais regras... Só tenho algumas preocupações em relações a vestimentas. Não quero usar um uniforme como naquelas escolinhas mexicanas. Qual a graça de ter ousadas roupas caras se não posso mostrá-las?! Contudo, de coisas importantes eu já estou por dentro, como salas secretas pelo castelo e outros como eu, compartilhando o mesmo desejo por aventura – por assim dizer. É a melhor escola de todas. E especial para pessoas como eu! Não vejo a hora das aulas começarem.
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MensagemAssunto: Re: REGISTRO - Rose & Grave   

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